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    quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

    Em cada dez brasileiros, apenas um tem renda suficiente para pagar despesas de início de ano

    Um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que apenas 11% dos consumidores brasileiros têm condições de pagar as despesas sazonais deste período, como Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e material escolar, com os próprios rendimentos, sem que seja necessário fazer uma economia ou reserva financeira ao longo do ano.

    A pesquisa ainda mostra que 22% dos entrevistados não fizeram qualquer planejamento para pagar esses compromissos em 2020. De acordo com o levantamento, para este novo ano, a maior parte (26%) dos entrevistados teve de economizar nas festas e com as compras de Natal para conseguir pagar as despesas de início de ano.

    Governo Federal: Municípios do RN terão R$ 4,175 milhões a mais para cirurgias eletivas

    Resultado de imagem para cirurgias eletivas
    O Ministério da Saúde reservou R$ 250 milhões a mais para aumentar o número de cirurgias eletivas a serem realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os repasses começam a ser feitos já em janeiro para diminuir as filas para 53 tipos de procedimentos que incluem catarata, varizes, hérnia, vasectomia e laqueadura, além de cirurgia de astroplastia de quadril e joelho, entre outras com grande demanda.

    Para o Rio Grande Norte, o repasse será de R$ 4.175.000,00.

    Os procedimentos com maior demanda são os oftalmológicos, para tratamento de catarata e de suas consequências, e para tratamento de doenças da retina, seguida de cirurgia para correção de hérnias e retirada da vesícula biliar.

    De acordo com o Ministério da Saúde a expectativa é zerar a fila de espera de pacientes que aguardam por esses procedimentos, que não têm caráter de urgência e são de média complexidade.


    Sabemos muito mais sobre Marte hoje graças ao rover Curiosity — e um brasileiro

    Desenvolvido com ajuda de um brasileiro, rover Curiosity explora Marte desde 2012 (Foto: Divulgação/ NASA)
    A humanidade, hoje, compreende Marte muito melhor do que poucas décadas atrás, mesmo que ainda existam muitos mistérios envolvendo o Planeta Vermelho. Em 2019, a NASA comemorou 7 anos de missão do rover Curiosity, que pousou na superfície marciana em 2012 e, desde então, as descobertas sobre nosso vizinho são sem precedentes e cada vez mais impactantes.

    Já se sabe que Marte teve condições de abrigar vida microbiana em seu passado remoto, por exemplo, com dados recentes indicando que o planeta pode já ter tido água o suficiente para dar origem à vida como a conhecemos - se é que ainda não existe algum tipo de vida sobrevivendo por lá. Falar sobre vida extraterrestre ainda é um assunto controverso mesmo nos tempos atuais, mas “pode ser que nossa inteligência seja tão pequena, tão primitiva, que não somos e nem nunca seremos capazes de perceber as outras inteligências superiores da nossa galáxia”, como comenta o físico brasileiro que trabalha na NASA, Ivair Gontijo, em seu livro A caminho de Marte: a incrível jornada de um cientista brasileiro até a NASA, da editora Sextante.

    Mineiro, Gontijo trabalha no Jet Propulsion Laboratory (JPL) da NASA, na Califórnia, dedicando-se a projetos de exploração de Marte, seja no rover Curiosity ou ainda na futura missão Mars 2020. E ele está sempre em busca de respostas para grandes questões - até filosóficas - sobre a vida, a evolução e, claro, o planeta Marte.

    O Canaltech bateu um papo com o cientista e, nesta matéria, você conhece um pouco mais sobre seu trabalho e sua participação nas missões que desvendam os mistérios marcianos.
    O fascínio pelo Planeta Vermelho

    Os atuais conhecimentos sobre Marte orgulhariam (e muito!) as gerações de astrônomos que passaram suas vidas estudando o planeta séculos atrás. Desde o final do século XIX já se observava Marte com telescópios menos poderosos, como fez o astrônomo italiano Giovanni Schiaparelli, que buscava analisar detalhes da superfície do planeta.

    Já em 1895, o americano Percival Lowell publicou um livro, conhecido como Mars, em que dizia que Marte não só possuía vida inteligente, como também os marcianos haviam construído canais para levar água dos polos, e tinham cosntruído uma rede de irrigação para suas plantações - o que se provou falso depois, mas a obra ainda é uma curiosidade e um documento e tanto sobre o imaginário acerca do nosso vizinho espacial.