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    segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

    China ativa ‘sol artificial’ movido a energia nuclear


    A China deu mais um passo em sua busca por energia limpa, através da fusão nuclear controlada, ao inaugurar seu novo “sol artificial”. O aparelho, denominado HL-2M Tokamak, é capaz de operar a 150 milhões de graus Celsius – quase três vezes mais quente do que a versão anterior, o HL-2A, de acordo com a China National Nuclear Corporation (CNNC), citada pelo South China Morning Post.

    A capacidade de gerar essa temperatura ultra-alta é essencial para a pesquisa do processo de fusão, replicando a forma como o sol produz energia usando hidrogênio e gases deutério como combustíveis. O sol só opera a uma temperatura de 15 milhões de graus Celsius. O reator HL-2M Tokamak é o maior dispositivo de pesquisa experimental de fusão nuclear da China. Para funcionar, ele usa um poderoso campo magnético para fundir plasma quente a temperaturas de mais de 150 milhões de graus Celsius.

    É importante notar que o processo de fusão é o oposto da fissão - o processo usado em armas atômicas e usinas nucleares que divide o núcleo em fragmentos para liberar uma quantidade enorme de energia. A fusão também não cria lixo radioativo e é menos propensa a acidentes e roubo de material nuclear potencialmente perigoso. Uma das maiores quedas da fusão, entretanto, é seu custo exorbitante devido ao seu processo difícil.

    O Tempo

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