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    terça-feira, 14 de maio de 2019

    WhatsApp detecta vulnerabilidade que permite acesso de hackers a celulares

    Resultado de imagem para WhatsApp detecta vulnerabilidade que permite acesso de hackers a celularesO WhatsApp, um aplicativo usado por 1,5 bilhão de pessoas em todo o mundo, descobriu no início de maio que hackers poderiam ter instalado malware em seus telefones iPhone e Android através de chamadas pelo aplicativo.

    A empresa confirmou a informação em comunicado à imprensa, pedindo aos usuários que "atualizem o aplicativo em sua versão mais recente" e mantenham durante o dia seu sistema operativo como medida de "proteção".

    O malware, desenvolvido pelo Grupo NSO israelense, poderia ter sido transmitido mesmo que os usuários não atendessem a chamada via aplicativo ou que as ligações fossem posteriormente perdidas do histórico de chamadas, segundo um distribuidor de spyware, citado pela mídia.

    O aplicativo de mensagens ainda está na fase inicial da investigação para estimar quantos telefones foram atingidos, mas assegurou que as vítimas foram "especificamente" escolhidas.

    "O Grupo NSO vende seus produtos a governos que são conhecidos por violações ultrajantes dos direitos humanos, dando-lhes as ferramentas para rastrear ativistas e críticos. O ataque à Anistia Internacional foi a gota d'água", disse Danna Ingleton, vice-diretora da Anistia Internacional, que prestou testemunho de apoio.

    De acordo com uma fonte familiarizada, o WhatsApp logo após tomar conhecimento dos ataques relatou o problema para organizações de direitos humanos, empresas de segurança cibernética e o Departamento de Justiça dos EUA.

    Sputniknews.com

    MPRN deflagra operação para investigar fraudes na coleta de lixo em Caicó; ex-secretário e empresários são presos

    MPRN deflagra operação para investigar fraudes na coleta de lixo em Caicó; ex-secretário e empresários são presos
    O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta terça-feira (14) a operação Máfia Capital. A ação apura fraudes na contratação de veículos, maquinário e pessoal para coleta de lixo na cidade de Caicó com o cometimento dos crimes de organização criminosa, fraude a licitações, peculato e corrupção ativa e passiva. Além do RN, a operação cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão nos Estados de São Paulo e Pernambuco. Um ex-secretário municipal de Caicó e dois empresários foram presos.

    A operação Máfia Capital é desdobramento de três outras operações do MPRN: a Cidade Luz, deflagrada pelo MPRN em 2017 para investigar irregularidades no contrato de iluminação pública da Prefeitura de Natal, e as operações Blackout e Tubérculo, realizadas com os objetivos de apurar fraudes no contrato de iluminação pública da Prefeitura de Caicó.

    A operação Máfia Capital foi deflagrada com o apoio da Polícia Militar potiguar e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) dos Ministérios Públicos do Rio Grande do Norte, de São Paulo e de Pernambuco. Promotores de Justiça e policiais militares cumprem os mandados de prisão e de busca e apreensão nas cidades de Caicó, Mossoró, Recife, Jaboatão dos Guararapes e São Paulo.

    MPRN