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    quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

    Desemprego sobe para 12% em janeiro e atinge 12,7 milhões, diz IBGE

    A taxa de desemprego no Brasil aumentou para 12% no trimestre móvel encerrado em janeiro, atingindo 12,7 milhões de pessoas, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Trata-se do maior número de desocupados desde agosto do ano passado.

    No trimestre encerrado em dezembro de 2018, a taxa de desemprego verificada pelo IBGE foi de 11,6%, atingindo 12,2 milhões de brasileiros.

    A queda ainda lenta do desemprego no país tem sido pressionada pelo elevado número de desalentados e de subocupados.

    Fonte; IBGE

    Depois de quase 25 anos do Plano Real, nota de R$ 100 só vale R$ 16,75

    Depois de quase 25 anos do Plano Real, a nota de R$ 100, que em julho de 1994 pagava o valor de um salário mínimo e ainda sobrava troco, vale agora R$ 16,75. Em julho de 1994 o salário mínimo era de R$ 64,79. Hoje são necessárias dez notas para pagar o mínimo de R$ 998.

    Segundo o cálculo feito com exclusividade para a coluna “O que é que eu faço, Sophia?” pelo matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho, a inflação de 1º de julho de 1994 até 1º de fevereiro de 2019 foi de 496,88%.

    Isso significa que para adquirir a mesma quantidade de mercadorias e serviços que R$ 100 compravam em 1994, o consumidor precisa desembolsar R$ 596,88, um valor quase seis vezes superior.

    Uma perda de 83,25% do poder de compra da moeda.

    RN teve queda de 19% no número de mortes violentas, aponta levantamento

    Levantamento feito pelo portal de notícias G1 com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal aponta queda de 19% no número de mortes violentas no Rio Grande do Norte. Segundo o estudo, foram registrados 1.819 assassinatos no ano passado, ante 2.246 em 2017.

    De acordo com o G1, Pernambuco, considerado um dos estados mais violentos do Brasil, foi o que teve a maior redução percentual no número de vítimas de crimes violentos. Foram 4.170 mortes em 2018, contra 5.427 em 2017. Apesar disso, a taxa de mortes a cada 100 mil habitantes continua alta: 43,9.

    Apenas três estados do Brasil registraram um aumento no número de crimes violentos.

    Roraima teve a maior alta: 54%. Foram 345 mortes em 2018, contra 224 em 2017. Com isso, o estado, que foi alvo de uma intervenção federal, passou a ter também a maior taxa de mortos a cada 100 mil no país: 59,8.

    Tocantins aparece na segunda posição, com uma alta de 44%. Foram 421 casos em 2018, ante 293 em 2017. O Amapá completa a lista dos três estados com crescimento no número de mortes em um ano. A alta foi de 10% de 2017 para 2018.

    O Brasil teve uma redução de 13% no número de mortes violentas em 2018. Foram registrados 51.589 assassinatos no ano passado, ante 59.128 em 2017. Apesar da queda, o número de vítimas ainda é alto. São 24,7 mortos a cada 100 mil habitantes.

    Estão contabilizadas as vítimas de homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Juntos, estes casos compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais.

    O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Portal G1

    Maduro pede reunião com Trump para evitar guerra

    O chanceler da Venezuela, Jorge Arreaza, pediu nesta quarta-feira (27) em pronunciamento no Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) em Genebra que seja marcada uma reunião entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e Nicolás Maduro. As informações são do jornal venezuelano El Universal.

    "Voltamos a fazer esta denúncia [de agressão contra a Venezuela] e voltamos a abrir o caminho para o diálogo com os Estados Unidos", afirmou Arreaza. "Temos que parar esta guerra", acrescentou.

    R7

    Quase 94% dos municípios do RN estão impedidos de firmarem convênios com a União

    Das 167 cidades que compõem o Estado, apenas 11 (6,58%) estão comprovadamente aptas a receberem recursos oriundos do Governo Federal. Todas as outras apresentam algum tipo de impedimento. Este levantamento foi realizado em fevereiro deste ano pela empresa RN Consultoria e obtido com exclusividade pelo Agora RN.

    Para ser considerado apto, o município precisa comprovar regularidade em quatro quesitos: obrigação de adimplência financeira; adimplemento na prestação de contas de convênios; obrigações de transparência; e adimplemento de obrigações constitucionais/legais.

    Os 11 municípios que comprovaram situação regular foram Acari, Bom Jesus, Doutor Severiano, Janduís, Lagoa de Velhos, Macaíba, São Bento do Trairi, São Gonçalo do Amarante, São Miguel do Gostoso, São Paulo do Potengi e Tibau. Natal, Mossoró e Parnamirim, as três maiores cidades do RN, estão irregulares.