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    domingo, 16 de dezembro de 2018

    Acusado de abusos sexuais, médium João de Deus se entrega à polícia em Goiás

    Por G1 GO e GloboNews

    O médium João de Deus se entregou à polícia neste domingo (16), por volta das 16h30, nas proximidades de Abadiânia, na região central de Goiás. Ele foi levado para uma delegacia. João de Deus é suspeito de praticar abusos sexuais durante tratamentos espirituais.

    João de Deus é suspeito de abusos sexuais e sua prisão foi determinada pela Justiça na tarde de sexta, a pedido do Ministério Público (MP-GO) e da Polícia Civil de Goiás. Ele era considerado foragido pelo MP.

    Mais de 300 mulheres afirmam ter sido vítimas do religioso. A defesa nega. A prisão é preventiva – ou seja, sem prazo para terminar – e foi decretada pelo juiz Fernando Augusto Chacha de Rezende, que responde pela vara de Abadiânia durante as férias da titular.

    A assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que João de Deus se apresentou espontaneamente ao delegado-geral e ao delegado titular da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic). Ele estava acompanhado de advogados e ainda não existe decisão sobre o local onde ele ficará detido.

    Ministério da Saúde faz alerta para vacinação em período de férias e viagens

    O Ministério da Saúde faz um alerta aos viajantes neste fim de ano: manter a caderneta de vacinação atualizada é fundamental para ter uma viagem saudável e tranquila. Pelo menos 10 dias antes da viagem, o turista deve atualizar a caderneta de acordo com as orientações do Calendário Nacional de Vacinação. Segundo a pasta, viajantes devem dar atenção especial às vacinas contra sarampo, hepatites A e B, e a febre amarela.

    A pasta disponibiliza uma seção em seu site com informações, dicas e orientações sobre a saúde do viajante.

    "Ditador Maduro" não foi convidado para posse de Bolsonaro, diz futuro chanceler

    O futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou hoje (16), em sua conta no Twitter, que o presidente venezuelano Nicolás Maduro não foi convidado para a posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, no dia 1º de janeiro. São esperados chefes de Estado e de governo para a posse.

    “Em respeito ao povo venezuelano, não convidamos Nicolás Maduro para a posse do Presidente Bolsonaro. Não há lugar para Maduro numa celebração da democracia e do triunfo da vontade popular brasileira. Todos os países do mundo devem deixar de apoiá-lo e unir-se para libertar a Venezuela”, escreveu em um post na rede social.

    Bolsonaro e Araújo já criticaram o regime do presidente Maduro em outras ocasiões, mas disseram que o Brasil vai continuar a acolher os venezuelanos que entrarem no país. Por EBC