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    segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

    Funcionário clica em tecla errada e obriga Google a pagar milhões

    Um funcionário da Google cometeu um erro durante um exercício de formação em mercados eletrônicos: clicou na tecla errada. Numa empresa normal, geraria um transtorno fácil de ser revertido. No Google, no entanto, resultará no pagamento de milhões de dólares. 

    Aquele "pequeno" erro, explica o Financial Times, fez com que, na última terça-feira, um anúncio falso fosse enviado para várias páginas de internet e aplicações. O anúncio fictício, um retângulo amarelo, ficou disponível durante 45 minutos para internautas dos Estados Unidos e da Austrália. 

    A empresa, admitindo o erro, anunciou que “qualquer anúncio que tenha sido comprado” e prejudicado pela publicação deste será ressarcido. Ainda que não tenham falado em valores, analistas financeiros ouvidos pela publicação indicam que um erro deste gênero poderá chegar aos 10 milhões de dólares de prejuízos, dada a dimensão do público alcançado. O erro aconteceu porque o funcionário em causa deu um passo além do que estava incluído na sua formação. 

    Ainda assim, será responsabilidade da empresa assegurar que este tipo de erro não ocorrerá de novo em exercícios de formação.

    Sérgio Moro: "Os fatos, se não forem esclarecidos, têm que ser apurados"

    O futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, disse hoje (10) que não cabe a ele dar explicações sobre relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) a respeito de movimentação financeira atípica de um ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

    “O que existia no passado de ministro da Justiça opinando sobre casos concretos é inapropriado. Estes fatos têm que ser esclarecidos. O presidente já apresentou alguns esclarecimentos. Tem outras pessoas que precisam prestar os seus esclarecimentos. E o fatos, se não forem esclarecidos, têm que ser apurados. Eu não tenho como assumir esse papel”, disse Moro, após ser questionado sobre o relatório.

    Jair Bolsonaro disse que os R$ 24 mil pagos em cheque pelo ex-assessor Fabrício José de Queiroz à futura primeira-dama Michelle Bolsonaro referem-se à quitação de uma dívida pessoal.

    “Emprestei dinheiro para ele em outras oportunidades. Nessa última agora, ele estava com um problema financeiro e uma dívida que ele tinha comigo se acumulou. Não foram R$ 24 mil, foram R$ 40 mil. Se o Coaf quiser retroagir um pouquinho mais, vai chegar aos R$ 40 mil”, disse a jornalistas.

    O relatório do Coaf, divulgado pelo jornal O Estado de São Paulo, informa que o ex-assessor e policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz teria movimentado R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017 – valores supostamente incompatíveis com sua renda declarada. Uma das transações seria um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

    Por ABrasil

    Torcida Raça Rubro-Negra é impedida de frequentar estádios

    Por decisão do juiz Bruno Monteiro Rulière, do Juizado do Torcedor e dos Grandes Eventos do Rio a torcida organizada Raça Rubro-Negra e seus líderes, Alesson Galvão, Ramon dos Santos e Michael Santos, estão impedidos de frequentar eventos esportivos em todo o território nacional. O descumprimento da decisão poderá levar à multa de R$ 50 mil.

    A tutela de urgência é baseada em ação civil pública proposta pelo Ministério Público estadual, após episódios de briga e violência envolvendo a torcida nos jogos entre Palmeiras e Flamengo, disputado em outubro, no Maracanã, no Rio, e entre São Paulo e Flamengo, em novembro, no estádio do Morumbi, em São Paulo.

    Na sentença, o juiz Bruno Rulière diz que há elementos probatórios suficientes sobre a participação da Raça Rubro-Negra em atos de violência nas duas partidas e que isso, "obviamente, teve sua concretização no comportamento de parte de seus associados e membros".

    “Os fatos, inequivocamente, são capazes de expor a um grave risco a ordem pública e, em especial, os demais frequentadores de eventos esportivos, sobretudo os verdadeiros torcedores, que são aqueles que apreciam e apoiam determinada atividade desportiva”, acrescenta o juiz na sentença.

    Agência Brasil