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    quarta-feira, 24 de outubro de 2018

    Operação Candeeiro: STF acata denúncia contra o deputado estadual Ricardo Motta

    O deputado estadual Ricardo Motta (PSB) vai responder processo por crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

    A denúncia feita pelo Ministério Público (MPRN) foi recebida pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Decisão unânime.

    O colegiado acompanhou o voto do relator, ministro Luiz Fux, que considerou a “verossimilhança da versão de colaboradores por meio de evidências contidas em provas documentais e testemunhais.”

    O processo deveria ser conduzido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte (TJRN), porém, mais da metade dos desembargadores se declarou suspeito, transferindo a responsabilidade para o STF, que recebeu como Ação Originária (AO 2275).

    Eleitor que não votou no primeiro turno deve ir às urnas no domingo 28

    Para a Justiça Eleitoral, cada turno de votação é considerado uma nova eleição e, por isso, o eleitor que não votou no primeiro turno deverá votar no segundo turno, no próximo domingo (28), desde que esteja em situação regular com a Justiça Eleitoral. Mesmo não tendo justificado sua ausência no primeiro turno, ele não está impedido de votar no segundo, porque têm até 60 dias para fazê-lo.

    Além da escolha do próximo presidente da República, no dia 28, os eleitores vão definir o nome de governadores de 13 estados e do Distrito Federal e prefeitos de 19 cidades. Neste último caso, são as chamadas eleições suplementares, previstas no Código Eleitoral em casos específicos, geralmente quando há condenação eleitoral ou criminal, abuso de poder político, compra de votos, cassação de mandato, entre outros casos, por parte dos políticos.

    Assim como no primeiro turno, quem não comparecer para votar neste domingo é obrigado a justificar sua ausência.

    Paraíba: Professor idoso é agredido por apoiadores de Haddad durante ato político na UFCG

    Duas notas de repúdio foram emitidas por causa de um episódio de agressão contra o professor de Bioquímica Anunciado Alves Melo, 70 anos, da Universidade Federal de Campina Grande. O momento do desrespeito foi perpetrado ontem e registrado por alunos e confirmado pelo Diretório Acadêmico Francisco Brasileiro e pelo superintendente do Hospital Universitário Alcides Carneiro, de Campina Grande.

    O professor, segundo relato de uma testemunha que se reportou ao ocorrido no Facebook, teria sido empurrado e desrespeitado por um grupo de alunos e professores.

    O médico André Brasileiro, preceptor de Urologia do HUAC/UFCG também se manifestou em solidariedade ao professor e repudiu a intolerância da atividade promovida por adversários de Jair Bolsonaro:

    “Amigos médicos, em atenção especial aos ex-alunos da Faculdade de Medicina de Campina Grande/CCBS/UFCG.Na semana passada, estávamos comemorando os 50 anos da Faculdade de Medicina de Campina Grande, momento em que pude abraçar, após anos, o professor Anunciado de Melo, querido mestre de bioquímica, quando fizemos a aposição da placa alusiva à data. E hoje amanheci sabendo da abominável agressão física e verbal que o mesmo sofreu enquanto defendia o direito de dar aula de maneira “laica e apartidária” como deve ser a universidade.
    Vejam a que pontos chegamos! Um grupo de professores e alunos veio interromper a aula do professor Anunciado, de quem fui aluno e sou admirador, para fazer corpo a corpo pelo PT e pelo elenão. Após ouvir o que tinham a dizer, o professor Anunciado foi claro quando disse que a universidade deve ser laica e apartidária, não sendo a sala de aula local para fazer propaganda por candidato. Mas foi vítima da intolerância a partir dos que mais dizem pregar o ato de tolerar. Basta desse proselitismo barato! Eu voto em quem eu quero e pronto. E sala de aula é para aula, não para comício. Chega! ”

    Fonte: Parlamento PB