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    sexta-feira, 5 de outubro de 2018

    São José do Campestre/RN; Vereador oposicionista faz denúncia contra prefeito Neném Borges

    (Prefeito) Neném Borges - Luciano (vereador)
    O prefeito do município de São José do Campestre/RN, Neném Borges foi denunciado ao ministério público estadual da comarca pelo vereador Luciano de Honório, simplesmente pelo fato do prefeito ter transportado de Natal para o município medicamentos em seu carro particular para o hospital municipal Maria Vicência de Souza. 

    O vereador denunciante, Luciano de Honório, alega na sua denúncia que o carro do prefeito estava adesivado com propaganda política do candidato a governador Robson Faria. 

    Em sua defesa, o prefeito Neném Borges disse à nossa reportagem que estava na cidade de Natal, e trouxe os medicamentos em seu carro particular para atender urgentes necessidades de medicamentos no hospital municipal, segundo o prefeito, os medicamentos foram trazidos em seu carro particular para o hospital, não foi para doar a eleitor do município, pelo contrário, foi comprado com recursos do município para atender as necessidades da saúde pública do nosso município, conforme iremos provar no decorrer da apuração da denuncia infundada pelo vereador Luciano de Honório, que ainda não aceitou a derrota nas urnas, tenta prejudicar a população do município, disse o Prefeito, concluiu Neném Borges.

    A oposição em São José do Campestre/RN, comandada pelo vereador Luciano de Honório, este derrotado pelo atual prefeito na última eleição suplementar realizada em 03 de junho, está preocupada pelo fato da gestão do prefeito Nenen Borges ser modelo na região e está com o maior índice de aceitação até entre os próprios adversários, fato inédito na história administrativa de São José do Campestre/RN!

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    Entre petistas, medo de uma derrota precoce é real

    O Datafolha alarmou a campanha de Haddad. A avaliação é a de que o índice de 39% que Bolsonaro atinge nos votos válidos pode aumentar no domingo (7).

    Os petistas temem que haja mais votos brancos ou nulos do que o estimado hoje.

    O novo estirão do capitão reformado reforça a percepção de que ele conseguiu criar uma onda a seu favor na reta final do primeiro turno.

    Os petistas ainda acreditam que a disputa não se encerrará agora, mas o medo de uma derrota precoce já é real. (Folha Painel)

    A chance de Bolsonaro ganhar no primeiro turno

    Ao analisar a pesquisa da Crusoé, Murilo Hidalgo, do Instituto Paraná, calculou em 30% a possibilidade de vitória de Jair Bolsonaro no primeiro turno — acompanhe a transmissão ao vivo AQUI.

    Mas muitos eleitores dos candidatos nanicos admitem mudar de ideia até domingo.

    O Antagonista

    MPE pede cassação de registro de Robinson Faria por uso promocional de programa social

    O Ministério Público Eleitoral representou contra o governador e candidato à reeleição Robinson Faria (PSD); o seu candidato a vice, Sebastião “Tião” Couto (PR); o secretário estadual de Assistência Social (Sethas), Francisco Vagner Gutemberg de Araújo; o assessor de Comunicação do governo, Pedro Ratts de Ratis; e a Coligação Trabalho e Superação. Eles são acusados de conduta vedada por se beneficiarem, irregularmente, do programa Segurança Alimentar, que engloba o Restaurante Popular, o Café do Trabalhador e o Sopa Cidadão.

    A representação destaca a importância do programa para a população, porém aponta que vem sendo utilizado com fins eleitoreiros pelo atual governador. De acordo com informações da própria Sethas, em 2018, frente à proximidade do pleito eleitoral, foram inauguradas 41 novas unidades dos chamados restaurantes populares (além de haver outras 20 em fase implantação). No ano de 2017, foram somente 18, em 2016, apenas duas e, em 2015, absolutamente nenhuma, embora o cenário de crise tenha se acentuado desde o ano 2014.

    Em múltiplas inaugurações dos restaurantes populares, Robinson Faria aparece em diversas postagens nas redes sociais em sua conta pessoal e na conta institucional do Governo do Estado junto aos beneficiários desse programa – população menos favorecida – em clara situação de “uso promocional e oportunístico” em favor de sua candidatura, com apoio do titular da Sethas e do assessor de Comunicação. Para o MP, os representados desrespeitaram a legislação eleitoral ao fazerem o uso indevido da máquina pública em prol da candidatura à reeleição, incorrendo nas condutas vedadas previstas no art. 73, inciso IV, e § 10, da Lei 9.504/97.