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    sábado, 23 de junho de 2018

    Quatro apostas acertam o resultado do sorteio da Mega-Sena e gera revolta na internet

    Rafaela Felicciano/MetrópolesNa esperança de se tornar milionário, pessoas de todo o Brasil apostam na loteria da Caixa que paga o maior valor. Ser ganhador da Mega-Sena está no imaginário de quase todo o brasileiro. A aposta, que custa R$ 3,50 e corre duas vezes por semana paga milhares de reais por ano. Para vencer, é preciso acertar os seis números sorteados.

    Mas não foi o vencedor ou o valor do prêmio que chamou a atenção do público neste sábado (23/6). A questão é que o concurso 2052, sorteado na cidade de Campina Grande (PB) teve muitos números em sequência. A estimativa de prêmio de R$ 38 milhões só poderia sair para quem acertasse o seguinte resultado: 50 – 51 – 56 – 57 – 58 – 59.

    Quatro apostas irão dividir o prêmio, de acordo com as informações do site da Caixa.

    Pelo Twitter, muita gente reclamou da combinação.

    A corrupção por trás das invasões do MST

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    A PF investiga um grande esquema imobiliário do MST. Como área da União invadida virou prioritária para regularização, o movimento ocupa as propriedades, em troca de dinheiro, facilitando a criação de prósperos negócios nos locais. Não é o único caso escabroso envolvendo os sem-terra.

    Os imóveis da União viraram alvo de toda sorte de cobiça, mas não só. ISTOÉ havia revelado, em 30 de maio, que um balcão de negócios foi arquitetado a partir da edição de uma medida provisória destinada a regularizar terras da União em litígio – sob orientação do senador Romero Jucá (MDB-RR). O que agora a Polícia Federal descobriu é mais escabroso. Trata-se da existência de um perigoso conluio entre empresas interessadas nesses imóveis e o MST. Grupos ligados ao movimento estariam sendo arregimentados por empreiteiras, fazendeiros e políticos para invadirem propriedades passíveis de regularização, em troca de pagamentos em dinheiro. A medida provisória, criada com as bênçãos de Jucá, é um facilitador para que o esquema possa fluir como mel. Por ela, terras da União que estiverem invadidas passaram a ter prioridade na regularização. 

    Segundo as investigações da PF, os sem-terra invadem as propriedades, criam situações de fato, que, depois, são resolvidas a partir das regras determinadas pela MP. Feita a regularização, lucram todos: os especuladores imobiliários e os líderes do movimento.

    Um dos exemplos desse conluio encontra-se a céu aberto. Fica a cerca de trinta quilômetros do centro de Brasília. Ali, famílias do MST estão acampadas numa fazenda de 19,8 mil hectares desde maio. Parte dessa área é administrada pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU), que cuida das terras federais. A ocupação foi deflagrada justamente após a edição da MP. Por trás da invasão, há um interesse imobiliário. A Fazenda Sálvia, localizada na rodovia DF-440, integra um plano bilionário. Nela, seria construído um setor para 94 mil habitantes batizado de Taquari 2, em alusão a uma cidade homônima de Brasília. O empreendimento, estimado em R$ 30 bilhões, estava pronto para ser realizado pelas empreiteiras JC Gontijo e OAS, esta última envolvida na Lava Jato. O negócio foi fechado durante o governo Agnelo Queiroz (PT). E se daria por meio de parceria público-privada, sem licitação.

    A PF investiga a existência de conluio entre empresas interessadas em imóveis da União, políticos, fazendeiros e o MST

    Tudo parecia perfeito até que a PF desenvolveu a Operação Perímetro. A operação identificou a participação do MST no esquema criminoso. Conforme apurou ISTOÉ, quem coordenou a missão de invasão das terras foi Acilino Ribeiro. Ele era responsável por capitanear o grupo do Planalto Central. O líder ocupa hoje a função de subsecretário de Movimentos Sociais do governo. Antes de assumir cargos públicos e políticos, o advogado foi guerrilheiro. 

    Preso duas vezes pela ditadura militar de 1964, exilado no exterior, treinado na Rússia e na Líbia, a ponto de se tornar segurança do ditador Muamar Kadafi. Uma primeira invasão havia ocorrido ainda no final do governo petista de Agnelo. Mas, aos poucos, as famílias deixaram a fazenda ao perceberem que a justiça não se pronunciaria tão cedo a respeito da terra. A 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) havia embargado o projeto depois de constatar que uma grande parte dessa área era de propriedade da União e não do DF. O processo corre em segredo de justiça, sob o número 0053447.44.2014.4.01.0000. Quando foi editada a MP 759-A, este ano, os sem-terra de pronto retornaram ao local para ocupar a fazenda.

    “Mulher pede indenização na justiça por ter casado com homem de pênis pequeno

    Resultado de imagem para penis pequenoKDB, 26 anos, advogada e residente no município de Porto Grande, no Amapá, decidiu processar seu ex-marido por uma questão até então inusitada na jurisprudência nacional. Ela processa ACD, comerciante de 53 anos, por insignificância peniana.

    Embora seja inédito no Brasil, os processos por insignificância peniana são bastante frequentes nos Estados Unidos e Canadá. Esta moléstia é caracterizada por pênis que em estado de ereção não atingem oito centímetros. A literatura médica afirma que esta reduzida envergadura inibe drasticamente a libido feminina, interferindo de forma impactante na construção do desejo sexual.

    O casal viveu por dois anos uma relação de namoro e noivado, e durante este tempo não desenvolveu relacionamento sexual de nenhuma espécie em função da convicção religiosa de ACD. KDB hoje o acusa de ter usado a motivação religiosa para esconder seu problema crônico. Em depoimento a imprensa, a denunciante disse que “se eu tivesse visto antes o tamanho do ‘problema’ eu jamais teria me casado com um impotente”.

    A legislação brasileira considera erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge quando existe a “ignorância, anterior ao casamento, de defeito físico irremediável, ou de moléstia grave”. E justamente partindo desta premissa que a advogada pleiteia agora a anulação do casamento e uma indenização de R$ 200 mil pelos dois anos de namoro e 11 meses de casamento.

    ACD que agora é conhecido na região como Toninho Anaconda, afirma que a repercussão do caso gerou graves prejuízos para sua honra e também quer reparação na justiça por ter tido sua intimidade revelada publicamente.

    Jus.com.br

    Passageiro reage e assalto e esfaqueia suspeito dentro de ônibus na Grande Natal

    Dois passageiros de um ônibus foram baleados depois que um deles reagiu a um assalto dentro do transporte coletivo na noite desta sexta-feira (22), em Parnamirim, na Grande Natal. Uma das vítimas foi socorrida em estado grave ao hospital.

    O crime aconteceu na BR-101, no ônibus que faz a linha para São José de Mipibiu, cidade da Região Metropolitana, que seguia no sentido que leva à capital. De acordo com a polícia, dois assaltantes entraram no veículo e anunciaram o assalto. Em seguida a dupla começou a recolher os pertences dos passageiros.

    Um homem que estava no ônibus reagiu e esfaqueou pelas costas um dos criminosos. O comparsa dele viu e atirou contra o homem, o atingindo no rosto. Uma mulher que estava sentada em um banco próximo também foi baleada.

    Os dois bandidos desceram do ônibus e escaparam por um matagal à beira da rodovia. As duas vítimas foram socorridas ao hospital. A mulher passou por cirurgia e não corre risco de morrer, já o homem foi internado em estado grave.

    De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, os casos de assalto na BR-101, principalmente a transportes coletivos, são frequentes. A ocorrência que vitimou os dois passageiros era a segunda da noite. (Abelhinha)

    Quina de São João vai sortear R$ 130 milhões hoje; prêmio não acumula

    Da Agência Brasil

    Termina às 19h de hoje (23) o prazo para fazer as apostas para a Quina de São João (concurso 4.706). O prêmio está estimado em R$ 130 milhões.

    Por ser concurso especial, o prêmio não acumula. Isso quer dizer que, se não houver acertadores para as cinco dezenas, o prêmio será dividido entre aqueles que acertarem a quadra, e assim sucessivamente.

    O sorteio será realizado no Caminhão da Sorte, que está estacionado na tradicional festa de São João de Campina Grande, na Paraíba.

    Fachin nega recurso de Lula por liberdade e julgamento é cancelado no Supremo

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin rejeitou nesta sexta-feira (22) pedido protocolado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para aguardar em liberdade o julgamento de mais um recurso contra a condenação na Operação Lava Jato. Com a decisão, o caso não será julgado na próxima terça-feira (26) pela Segunda Turma da Corte, e Lula continuará preso.

    A decisão do ministro foi tomada após a vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF 4), Maria de Fátima Freitas Labarrère, rejeitar pedido para que a condenação a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex em Guarujá (SP), um dos processos da operação, fosse analisado pela Corte.

    Na decisão, Fachin afirmou que o resultado do julgamento do pedido de admissibilidade do recurso pelo TRF-4 impede o julgamento no STF. “Com efeito, a modificação do panorama processual interfere no espectro processual objeto de exame deste Supremo Tribunal Federal, revelando, por consequência, a prejudicialidade do pedido defensivo, [o que] impede a análise da questão pelo STF”, decidiu o ministro.

    Se a condenação fosse suspensa pela Segunda Turma do STF, como pede inicialmente a defesa, o ex-presidente poderia deixar a prisão imediatamente e também se candidatar às eleições. A defesa do ex-presidente alegou que há urgência na suspensão da condenação, porque Lula é pré-candidato à Presidência e tem seus direitos políticos cerceados ante a execução da condenação, que não é definitiva.

    Lula está preso há dois meses, na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. A prisão foi executada com base na decisão do STF que autorizou prisões após o fim dos recursos na Oitava Turma do TRF 4, segunda instância da Justiça.

    Por Agência Brasil