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    sábado, 26 de maio de 2018

    Caminhoneiros queimam pneus e bloqueiam a RN 093 entre Campestre e Passa e Fica

    Dezenas de caminhoneiros incendiaram pneus e bloquearam parte da RN 093 entre os municípios de São José do Campestre e Passa e Fica na manhã deste sábado (26). 

    Esse é um dos reflexos do movimento registrados em vários municípios do Rio Grande do Norte e como em todo Brasil para tentar barrar os excessivos aumentos de combustíveis e carga de impostos por parte do governo Temer. Apesar do governo deferal ter colocado a força federal para acabar com o movimento dos caminhoneiros muitos ainda resistem. 

    Blog O Paralelo (Fotos registrados por colaboradores)




    Militares enviam tropas a refinarias e 11 aeroportos, diz ministro da Defesa

    O ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, disse que tropas militares já foram enviadas, inclusive com o uso de helicópteros, para garantir a saída de combustíveis das refinarias e o abastecimento de 11 aeroportos prioritários. Já são realizadas, segundo ele, seis forças tarefas a partir da assinatura do decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

    “Tão logo, o presidente [Michel Temer] terminou de assinar o decreto já tinha tropas nas refinarias”, disse Silva e Luna, em entrevista no Palácio do Planalto.

    O ministro, que é general do Exército, disse que a ação das Forças Armadas garantiu a liberação do transporte de combustíveis na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro. “Uma das principais preocupações é com as refinarias”, afirmou.

    O general explicou que os motoristas que estavam nas refinarias abandonaram os caminhões-tanque. Segundo ele, os militares podem conduzir os veículos da Petrobras ao destino, mesmo sem a edição do decreto de “requisição de bens” que valerá especialmente para os casos que envolverem empresas privadas.

    A ação militar também deve garantir a chegada dos combustíveis a 11 aeroportos prioritários, aqueles que não contam com duto de abastecimento. Entre eles, estão os terminais de Recife, Salvador e Brasília. (VALOR)

    RN enfrenta desabastecimento de alimentos e combustíveis

    Embora o Governo Federal tenha autorizado o uso das Forças Armadas para impedir interdições, boa parte das rodovias federais que cruzam o Rio Grande do Norte permanecem com bloqueios parciais. É o que informa a Polícia Rodoviária Federal na manhã deste sábado (26). Este é o sexto dia seguido de protestos contra o aumento do preço do óleo diesel.

    Em consequência, o estado já enfrenta problemas de desabastecimento de alimentos, combustíveis e gás de cozinha. Na indústria, produtores de sal e camarão – dois dois principais itens da pasta de exportações – também têm dificuldades para fazer escoar a produção. Na capital, a frota de ônibus foi reduzida para evitar um colapso no sistema de transporte público.

    Veja os principais reflexos da paralisação no estado

    Combustíveis
    Quase metade dos postos de combustíveis de Natal já enfrenta problemas com desabastecimento. Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte, pelo menos 40% acusam a falta de pelo menos um tipo de combustível, seja etanol, gasolina ou mesmo óleo diesel.

    Transporte público
    Enquanto durar a greve, a frota de ônibus em Natal e região metropolitana foi reduzida para 70% desde a sexta (25) para se evitar um colapso no sistema. Durante o final de semana, no entanto, a frota nas ruas é ainda menor: 50%. Na Central de Abastecimento do Estado, a Ceasa, já há falta de vários tipos de alimentos.

    Abastecimento
    Pelo menos 80% das revendedoras potiguares de gás liquefeito de petróleo, mais conhecido como gás de cozinha, não terão o produto disponível para venda a partir deste sábado (26), segundo o Singás. Pelo menos 200 revendedores, que representam 25% das 800 unidades no Rio Grande do Norte, já estão com os botijões vazios.

    Por Anderson Barbosa, G1 RN

    TSE define quanto cada partido receberá de fundo eleitoral

    O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade, uma resolução para regulamentar a distribuição de recursos do Fundo Eleitoral público, de R$ 1,716 bilhão, para financiar campanhas.

    Entre as principais definições está a de que cada partido somente receberá os recursos após sua respectiva executiva nacional aprovar e divulgar amplamente os critérios para distribuição do dinheiro entre os candidatos, que podem ser alvo de contestação pela Justiça Eleitoral.

    De acordo com os critérios definidos em lei, entre eles o tamanho das bancadas no Congresso no dia 28 de agosto de 2017, o TSE calculou qual a porcentagem dos recursos que caberá a cada partido. A legenda que mais receberá recursos será o MDB (13,64%), que deve ficar com R$ 234,19 milhões.

    O segundo partido que receberá mais recursos será o PT (12,36%), com R$ 212,2 milhões, seguido por: PSDB (10,83%), com R$ 185,8 milhões; PP (7,63%), com R$ 130,9 milhões; e PSB (6,92%), com R$ 118,7 milhões. Partido Novo, PMB, PCO e PCB (0,57%) serão as legendas com menos recursos do Fundo Eleitoral, tendo direito a R$ 970 mil cada.