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    quinta-feira, 12 de abril de 2018

    Arez/RN: Torcida realizará o Primeiro Encontro dos Americanos no próximo domingo (15)

    A Torcida do América na cidade de Arez/RN estará realizando no próximo domingo dia 15/04 o Primeiro Encontro dos Americanos. 

    O evento que acontecerá no América Bar à partir das 11:00h e reunirá torcedores americanos de diversas cidades do RN e terá pagode, sorteio de camisas oficiais e brindes licenciados e a participação de dirigentes e ex-jogadores do Mecão.

    Greve na educação: TJRN realiza audiência de conciliação e Sinte e Estado irão analisar propostas

    O desembargador Gláuber Rêgo, do Tribunal de Justiça do RN, promoveu na tarde desta quarta-feira (11), em seu gabinete, uma audiência de conciliação envolvendo representantes do Estado do Rio Grande do Norte e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN) que pode resultar em um acordo na próxima segunda-feira (16) para pôr fim a greve na rede estadual de Educação.

    Isto porque, das cinco propostas apresentadas pelo Governo do Estado, os representantes do Sindicato aceitaram a última delas, que prevê reajuste de 6,81%, sendo uma parcela única para os ativos, em abril; e para os inativos, seis parcelas, de abril a setembro, sendo a última de 1,81%.

    Porém, para isso, o Sinte/RN quer assegurado o pagamento de retroativo, referente aos meses de janeiro a março de 2018, a ser quitado parceladamente até o final deste ano.

    Justiça autoriza mudança de nome e gênero de criança de 3 anos

    O Tribunal de Justiça do Acre autorizou a mudança de nome e gênero de uma criança intersexo de 3 anos, que foi registrada, primeiramente, como do sexo feminino. A decisão não cabe recurso.

    De acordo com a revista 'Veja', a mãe só soube que a criança havia nascido com dois sexos após registrá-la como menina. Só depois de alguns dias, a mulher - que preferiu não ser identificada - percebeu que o bebê tinha um pequeno pênis. A intersexualidade foi confirmada com a avaliação de uma médica geneticista do estado.

    “Nesse momento, o meu mundo caiu, a minha vida acabou. Comecei a chorar desesperada, não aceitava de jeito nenhum. Entrei em depressão profunda. Não queria mais ver meu filho e nem ninguém, só conseguia chorar”, revela.

    "Desde os meus seis anos de idade minha mãe dizia que nasciam muitas crianças hermafroditas [termo usado antigamente para intersexuais] no Brasil. Porém, nunca imaginei que isso iria acontecer comigo. Infelizmente aconteceu e meu único filho nasceu com dois sexos. Até hoje eu não me acostumei com essa ideia", desabafa.