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    segunda-feira, 12 de março de 2018

    PIS-Pasep: nascidos em maio e junho recebem abono a partir de quinta

    Os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em maio e junho com direito ao abono salarial do PIS 2017-2018 (ano base 2016) poderão receber o dinheiro a partir da próxima quinta-feira (15) na Caixa Econômica. No caso do Pasep, pago a servidores públicos pelo Banco do Brasil, o pagamento começa para quem tem finais da inscrição 8 e 9.

    Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 29 de junho de 2018, prazo final para o recebimento. Nascidos em outros meses e que ainda não receberam o abono também podem sacar o dinheiro até este data. O pagamento para nascidos em março e abril começou em fevereiro.

    Para o exercício 2017/2018 serão destinados R$ 16,9 bilhões para pagamento do abono salarial a 24,3 milhões de trabalhadores. Só dentro do PIS são R$ 15,7 bilhões para 22,1 milhões de beneficiários, segundo a Caixa Econômica Federal.

    Quem tem direito

    Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2016. É preciso ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano-base 2016. (G1)

    Tarifas da Cosern serão discutidas nesta quarta-feira

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realiza na próxima quarta-feira (14) sessão presencial para discutir com a sociedade as tarifas da Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern).

    O evento será realizado a partir das 15h na Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomercio), na Avenida Alexandrino de Alencar, 562, no Bairro Alecrim, zona leste de Natal.

    Após Correios perderem 20 mil postos de trabalho em 5 anos, funcionários iniciam greve hoje (12)

    Funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos dão início à meia-noite de segunda-feira (12) a uma greve por tempo indeterminado. Uma das motivações da paralisação é a perda de cerca de 20 mil postos de trabalho somente nos últimos cinco anos.

    De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), a falta de reposição nos postos é decorrente da falta de realização de novos concursos públicos e de planos de demissão voluntária lançados nos últimos anos.

    Reportagem do portal UOL mostra que o número de funcionários da estatal caiu de 125,4 mil em 2013 para 106 mil este ano. Os números representam uma queda de 15,5%.

    A expectativa é de que haja a adesão dos 36 sindicatos filiados na greve que tem início na segunda. A empresa afirma que a paralisação “é um direito do trabalhador. No entanto, um movimento dessa natureza, nesse momento, serve apenas para agravar ainda mais a situação delicada pela qual passam os Correios”. (Agência Brasil)

    Ignorado pela imprensa e querido pelo povo: Por que a mídia despreza a candidatura de Jair Bolsonaro?

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    Curiosamente, após a filiação do presidenciável Jair Bolsonaro ao PSL (Partido Social Liberal), a grande mídia nacional fez questão de ignorar descaradamente o referido ato, que se deu em Brasília, na presença de centenas de políticos e apoiadores.

    Número um nas pesquisas eleitorais – uma vez que o candidato Lula não deve efetivamente concorrer em razão de sua condenação criminal -, Bolsonaro é o mais popular e festejado político brasileiro da atualidade. As imagens divulgadas, principalmente, nas redes sociais não deixam dúvidas acerca de sua crescente e impressionante popularidade junto aos mais variados setores da sociedade brasileira.

    Sua candidatura já caiu no gosto do povo, mostrando que suas propostas estão em sintonia com aquilo que é almejado pela população brasileira.

    Todavia, parece que a mídia brasileira fez uma espécie de “pacto de silêncio” para que seu nome não seja sequer citado como pré-candidato à Presidência da República. Deixando de informar assim, qualquer assunto positivo ou de interesse público que envolva o aludido candidato. Por outro lado, a mídia faz questão de oferecer boa cobertura à candidaturas inexpressivas como a de Rodrigo Maia (DEM) e Ciro Gomes (PDT) que ganham longas reportagens na imprensa falada e escrita.

    O boicote explícito à candidatura de Bolsonaro ocorre, aparentemente, por três motivos: a não intenção em promovê-lo, para que se torne ainda mais popular através da divulgação de sua imagem, pois é sempre muito celebrado por onde quer que passe – inclusive em países estrangeiros; na esperança de que o candidato sofra um revés jurídico e seja impedido de participar do pleito; e, por último, porque Bolsonaro é o único candidato anti-establishment. Conforme é cediço, a mídia sempre apoiou o sistema político atual, fazendo questão de poupar seus protagonistas para a continuidade do sistema e hoje candidatos ao cargo máximo do país.

    Bolsonaro só poderá contar com a comprometida mídia brasileira para a apresentação de notícias falsas em torno de seu nome, denúncias descabidas ou para fazer campanha contra sua candidatura.

    Barulho em cultos faz administrador de igreja ser condenado por incomodar a vizinhança

    Quando templos religiosos ultrapassam os limites de barulho em seus cultos e celebrações, os responsáveis não podem ficar isentos de penalidade por incomodar a vizinhança. Essa foi a conclusão da 1ª Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Acre ao condenar o administrador de uma igreja a pagar multa de R$ 1.500, por contravenção referente à paz pública.

    O réu queria derrubar a punição fixada em primeira instância ou reduzir o valor para um salário mínimo. Segundo ele, foi incorreto responsabilizá-lo criminalmente por sons que incomodam apenas um ou dois vizinhos, e não a coletividade.

    Já o relator, juiz Raimundo Nonato, disse que os números de decibéis obtidos pela perícia foram altos e “sequer apresentam o real volume emitido pelos instrumentos da igreja em dias normais, por, como relataram os técnicos designados para visita, pessoas ficavam ‘de plantão na espera da chegada da equipe no intuito de avisar, para que o som fosse diminuído’”.

    135 deputados federais já trocaram de partido no atual mandato

    Desde o início do atual mandato, em 2015, um quarto dos deputados federais já trocou de partido, aponta levantamento elaborado a partir de dados da Câmara. No total, 135 dos 513 parlamentares mudaram de sigla 189 vezes.

    Somente no primeiro dia da janela partidária, na última quinta-feira (8), pelo menos 15 deputados trocaram de partido. A janela partidária é período previsto na legislação eleitoral em que políticos podem trocar de partido sem sofrer punições por infidelidade partidária.

    A tendência, porém, é que a maior parte dos deputados aguarde até os últimos momentos para tomar uma decisão. O prazo para mudança se encerra na primeira semana de abril.

    No meio do troca-troca, 34 deputados fizeram a migração mais de uma vez. O campeão é o deputado Adalberto Cavalcanti (PE), que fez quatro mudanças em menos de dois anos.

    Cavalcanti foi do PTB para o PMB, mudou para o PTdoB, retornou ao PTB e depois foi novamente para o PTdoB, hoje chamado de Avante.

    Regras
    A legislação eleitoral estabelece que os parlamentares só podem mudar de legenda nas seguintes situações: Incorporação ou fusão do partido, criação de novo partido, Desvio no programa partidário ou grave discriminação pessoal. Mudanças de partido sem essas justificativas podem levar à perda do mandato.

    Mas, desde 2015, está em vigor a possibilidade de janela partidária, que acontece nos 30 dias que antecedem o último dia de prazo para a filiação partidária (seis meses antes da eleição).

    G1

    Tomar sol pode reduzir risco de esclerose múltipla em até 55%, diz estudo

    Resultado de imagem para tomar banho de solFicar mais exposto ao sol, especificamente aos raios UV-B, pode ajudar na prevenção da esclerose múltipla mais tarde, diz estudo publicado na “Neurology”, publicação da Academia Americana de Neurologia.

    Segundo a pesquisa, pessoas que vivem em regiões muito ensolaradas tiveram 45% menos chance de desenvolver a doença. Se houve uma alta exposição pessoal especificamente entre os 5 e 15 anos, e maior tempo ao ar livre, o risco pode ser reduzido em até 55%.

    Para chegar à conclusão, pesquisadores selecionaram 151 mulheres com esclerose múltipla e 235 sem a doença. As idades eram similares: em torno de 40 anos e as participantes viviam em diferentes regiões dos Estados Unidos. Primeiro, participantes preencheram questionários sobre o verão e sobre o inverno de onde moraram. Elas também relataram a exposição pessoal ao sol.