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    quinta-feira, 9 de novembro de 2017

    Polícia investiga morte de cachorro de Dilma por supostos maus-tratos

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    A morte do cachorro da ex-presidente Dilma Rousseff está sendo investigada pela Polícia Civil do Distrito Federal. Nego, um cão da raça labrador, foi eutanasiado em 2016 por conta de uma doença crônica. Após denúncias de que o animal sofria maus-trator, o deputado e presidente da Frente de Proteção aos Direitos dos Animais na Câmara Ricardo Izar (PP-SP), decidiu tirar o caso a limpo.

    Izar depôs na Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e à Ordem Urbanística (Dema) nesta terça-feira (7). Segundo ele, enquanto a ex-presidente passava pelo processo de impeachment, foram recebidos diversos relatos de que Nego estava praticamente sem cuidados.

    A princípio, o deputado pediu explicações ao Planalto, mas não teve retorno e decidiu registrar a denúncia na Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a saída de Dilma da Presidência, a solicitação foi encaminhada para a Justiça Federal de Brasília, que ordenou a investigação, de acordo com o “Metrópoles”.

    Novo avião militar da Embraer quase se envolve em tragédia durante testes em voo

    Um incidente envolvendo o novo avião militar da Embraer quase terminou em tragédia durante um voo de testes no interior de São Paulo. Depois de muita especulação e informações desencontradas, obtivemos com exclusividade a confirmação do que ocorreu com o protótipo número 1 do programa KC-390, o PT-ZNF, no dia 12 de outubro último, nas proximidades da pista da Embraer (GPX), em Gavião Peixoto.

    Segundo um engenheiro envolvido no projeto, que pediu anonimato, a aeronave realmente quase se envolveu em um acidente fatal. O motivo teria sido o deslocamento do centro de gravidade durante uma das manobras do ensaio em voo.

    Equipamento se desprendeu

    Facebook é condenado por se negar a excluir publicação ofensiva

    O juiz Otto Bismarck Nobre Brenkenfeld, da 4ª Vara Cível da Comarca de Natal, determinou que o Facebook Serviços Online do Brasil Ltda. exclua, no prazo de dez dias, conteúdo ofensivo publicado na rede social que prejudicou a reputação de uma empresa do ramo de lanchonetes na Capital do Estado.

    Na mesma sentença, o magistrado também condenou o Facebook a excluir a publicação ofensiva narrada na ação judicial, bem como ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil, corrigido monetariamente pelo INPC desde o evento danoso (data da negativa de retirada da publicação do ar), e acrescida de juros de mora.

    Na ação judicial proposta pela Sanduicheria contra o Facebook, a empresa afirmou que, em 13 de outubro de 2013, pessoas mal intencionadas usaram a rede social para denegrir a sua imagem, afirmando que funcionários colocam sacos de lixo em cima do balcão onde é servida a alimentação dos clientes.

    Ainda de acordo com a empresa, tal publicação rendeu vários compartilhamentos, curtidas e comentários, agravando a sua reputação. Diante do ocorrido, a Sanduicheria garantiu que foi realizada uma denúncia da postagem ao Facebook, porém o conteúdo não foi retirado do ar.

    Já a empresa de serviços on line defendeu não ter legitimidade para ser responsabilizada pelo ocorrido. No mérito, alegou que em caso de eventual deferimento de liminar, a lanchonete deverá informar o exato endereço eletrônico do conteúdo supostamente ilegal.

    Defesa