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    domingo, 16 de julho de 2017

    Médicos de Natal anunciam nova paralisação no atendimento nestas segunda e terça

    Os médicos do município de Natal anunciam mais uma paralisação em suas atividades nos dias 17 e 18 de julho, segunda e terça. 

    A decisão foi acordada em assembleia realizada no Sindicato dos Médicos do RN (Sinmed/RN). O motivo da paralisação é o não cumprimento da implementação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV).

    A categoria que já decretou estado de greve faz paralisação total dos serviços de ambulatório e do Programa Saúde da Família (PSF). Nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital Municipal só serão atendidos os casos de emergência.
    Já as maternidades devem encaminhar os pacientes para unidades de saúde do estado.

    Além da paralisação, a categoria está organizando um ato público para a próxima terça.

    Criança de 4 anos viu o pai matar a mãe em cidade do Alto Oeste Potiguar, diz polícia

    Lidiane Oliveira da Silva, 22 anos, foi morta a tiros pelo ex-companheiro em João Dias, RN (Foto: Divulgação/ Polícia Civil)
    “Vó, papai matou mainha”. Esse foi o relato de uma criança de quatro anos de idade à própria avó na madrugada deste domingo (16), em João Dias, na região do Alto Oeste potiguar. A informação é do delegado Célio Fonseca, da Delegacia de Polícia de Alexandria.

    O pai do menino foi preso. Ele é suspeito de ter matado a tiros Lidiane Oliveira da Silva, de 22 anos, por volta da meia-noite. O casal estava separado há alguns meses, segundo a polícia. Ela sofria ameaças e chegou a prestar queixa contra ele.

    O mecânico também era investigado de ter incendiado o imóvel onde Lidiane morava, no dia 22 de junho.

    O assassinato aconteceu por volta de meia-noite, no conjunto São Geraldo, na zona urbana de João Dias. “A mãe dela mora perto da casa, cerca de 50 metros, e ouviu barulho de tiros, mas voltou a dormir”, informou o delegado. A mulher só descobriu que a filha tinha sido morta por volta das 3h, quando o neto chegou sozinho na casa dela e relatou o crime.

    De acordo com a polícia, a vítima dormia dentro de casa com os dois filhos dela e do suspeito. O mais velho tem quatro anos e 11 meses. O mais novo, dois anos e dois meses.

    O mecânico teria arrombado a porta e executado a ex-mulher, fugindo em seguida.

    Pai é impedido de registrar filhos com nomes de ‘Os Três Mosqueteiros’

    A hora de escolher o nome de uma criança é sempre um momento difícil para os pais, que muitas vezes optam por nomes incomuns ou exóticos. Foi o caso do engenheiro Adcélio Firmino, de Rio Branco. Fã de “Os Três Mosqueteiros”, ele encontrou problemas na hora de registrar os filhos gêmeos.

    O primeiro filho chama-se Aramis e os dois garotos vieram para completar o trio de mosqueteiros, mas o cartório não aceitou os nomes. “Não seria tão simples colocar os nomes como a gente queria. Embora eu não ache tão incomum Porthos e Athos, disseram que seria necessário uma ordem judicial para colocar nomes desse tipo”, conta.

    Depois de muita persistência, Firmino conseguiu registrar os filhos e homenagear parcialmente os heróis da infância. Porthos acabou sendo substituído por Apolo. A esposa, a estudante Elisanilde Oliveira até chegou a relutar no início. “Era um nome muito estranho, Aramis, mas depois fui acostumando e gostei”, fala.

    Turbulência não é culpa de Moro, diz líder de Lava Jato italiana

    Como promotor, Antonio di Pietro foi alçado a herói na Itália dos anos 90 ao conduzir a operação Mãos Limpas, inspiração da Lava Jato; para ele, reação à condenação de Lula expõe tentativa de "inverter posições", ou seja, culpar investigadores e Judiciário pelos crimes, e não seus autores.

    Assim como o juiz federal Sergio Moro, o ex-promotor italiano Antonio Di Pietro foi alçado à condição de herói nacional.

    BBC Brasil
    Na Itália dos anos 90, ele colocou atrás das grades políticos e empresários ao conduzir a operação Mani Pulite ("Mãos Limpas", em português), que inspirou a brasileira Lava Jato.

    Mas sua atuação também causou polêmica - Di Pietro enfrentou uma série de acusações, que incluíam desde realizar prisões ilegais até a destruir o sistema de partidos, passando pela de ser um agente secreto sob ordens da CIA (a agência de inteligência dos Estados Unidos). Ao fim da operação, ele acabou fundando seu partido e se tornando político.

    Em conversa com a BBC Brasil, ele comentou a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, embora diga que não lhe cabe julgar "o papel e as atividades" do petista, reforçou que todos "devem obedecer às leis, mesmo aqueles que têm ou tiveram papéis importantes no país, até Lula".

    ‘Quero saber onde estão os coxinhas agora’, diz Lula em evento do PT

    Em discurso permeado pela polaridade “nós”, os pobres que trocaram “coxão duro por filé”, contra “eles”, a elite que não suportaria tamanha ascensão social, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 71, deu o tom que deve adotar pelos próximos meses.

    Recém-condenado na Lava Jato, o petista vem adotando uma oratória que se contrapõe ao “Lulinha paz e amor” predominante em sua primeira campanha presidencial vitoriosa, em 2002.

    “Fico pensando: se nós fizemos tanto bem, por que essa gente não nos quer? Por que essa gente nos odeia? Não é por causa do vermelho, porque o sangue deles é vermelho. E a vergonha deles também”, disse o ex-presidente neste sábado (15), no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, que sediou a posse da nova diretoria do PT Diadema.

    “Quero saber onde estão os coxinhas agora depois do Temer governando este país. Cadê as panelas, hein? Cadê os heróis deles? Os heróis deles eram, como se diz, santos de barro. Nós somos feitos de carne e osso, de paixão por este país. Essa é a diferença entre nós e eles. Pra nós, é motivo de orgulho se a empregada doméstica tem um celular.”

    Lula repetiu sua intenção de voltar ao Palácio do Planalto. Uma eventual candidatura em 2018, contudo, depende de como as ações judiciais contra ele se desenrolarão até lá.

    Pelo caso do tríplex, ele foi condenado na semana passada a nove anos e meio de prisão, pena que só começará a cumprir se a segunda instância corroborar a sentença do juiz Sergio Moro.

    Se isso acontecer, ele fica a princípio impedido de concorrer em 2018, barrado na Lei da Ficha Limpa. Mas em tese, mesmo condenado também pela segunda instância, o ex-presidente poderia disputar a Presidência se pedir uma liminar até o julgamento de recursos no STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou STF (Supremo Tribunal Federal).

    A defesa entrou com recurso contra a decisão de Moro nesta sexta (14).