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    terça-feira, 20 de junho de 2017

    Presos por golpes de R$ 1,5 milhão na PB e RN ostentavam viagens, festas e bebidas, diz polícia

    Bebidas e cortes especiais de carnes, em festas, eram expostas em rede social (Foto: Reprodução/Instagram)A quadrilha que foi presa nesta terça-feira (20) por trocar cartões de banco e causar um prejuízo de R$ 1,5 milhão às vítimas, tinha um lucro de R$ 50 mil por mês com a venda dos produtos adquiridos com os cartões furtados. Segundo a Polícia Civil, o grupo que atuava na Paraíba e no Rio Grande do Norte mantinha uma “vida de ostentação”. Foram apreendidos carros avaliados em R$ 200 mil.

    A esposa de um dos homens de 39 anos, apontado como líder da quadrilha, ostentava em uma rede social com bebidas caras, cortes especiais de carnes e presentes do marido.


    Senado rejeita texto da reforma trabalhista

    Em uma reunião tensa, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou, por 10 votos a 9, o texto principal da reforma trabalhista. O resultado foi aplaudido e bastante comemorado por senadores de oposição, que dominaram o debate na reunião desta terça-feira (20).

    Com a rejeição do relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), o voto em separado apresentado pelo senador Paulo Paim (PT-RS) foi aprovado por unanimidade e segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde o relator é o senador Romero Jucá (PMDB-RR).

    Bando tenta assaltar posto de combustiveis e bandido tomba morto durante tiroteio em Tangará

    Bandidos armados anunciaram um assalto no início da noite desta terça-feira no posto Spinelli, em Tangará, região agreste do RN. Segundo informações, houve uma troca de tiros entre a Polícia e os criminosos e um dos bandidos (ainda não identificado pela Polícia) caiu morto nas proximidades do posto de combustíveis. 

    Ainda segundo informações, os criminosos chegaram em um veículotipo Corsa de cor prata de placas, MYO 8001, Macaíba. 

    O veículo se encontra abandonado nas proximidades do posto já tem queixa de roubo. Três bandidos fugiram a pé. 

    A PM está em diligência no sentido de capturar e prender os assaltantes.
    Veículo usados pelos bandidos foi tomado de assalto em Macaíba

    MEC suspende parcialmente atividades de 27 instituições de ensino superior

    Por determinação do MEC (Ministério da Educação), estão suspensas parcialmente a partir desta segunda-feira (19) as atividades de 27 instituições de ensino superior distribuídas por todo o país.

    Em um despacho publicado hoje no "Diário Oficial da União", o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Henrique Sartori de Almeida Prado, afirma que a decisão se deve a supostas irregularidades.

    A medida cautelar é um desdobramento de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Faculdades Irregulares, instalada pela Alepe (Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco), que teve início com a denúncia de um grupo de estudantes do Pernambuco.

    Entre as irregularidades apuradas pela CPI, estão a venda de diplomas, a classificação de cursos livres de extensão como cursos de graduação e a terceirização da oferta de ensino. O MEC não informou, no entanto, quais seriam as atividades investigadas em cada uma das 27 instituições de ensino.

    Segundo a pasta, serão suspensos os serviços administrativos, como pedidos de abertura de novos cursos, por exemplo. As aulas continuam ocorrendo normalmente. Por isso, o MEC sustenta que os alunos não serão prejudicados e destaca que o processo de investigação se encontra ainda em andamento.

    Veja a relação das instituições de ensino superior com atividades parcialmente suspensas pelo MEC:

    Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG)
    Faculdade Afirmativo (FAFI)
    Faculdade América Latina de Ijuí (FAL)
    Faculdade Anchieta do Recife (FAR)
    Faculdade Atual (FAAT)
    Faculdade Centro Oeste do Paraná (FACEOPAR)
    Faculdade Cidade de Guanhães (FACIG)
    Faculdade da Aldeia de Carapicuíba (FALC)
    Faculdade de Ciência e Educação do Caparaó (FACEC)
    Faculdade de Ciências Médicas da Bahia (Ciências Médicas)
    Faculdade de Saúde de Paulista (FASUP)
    Faculdade do Sertão (UESSBA)
    Faculdade Ecoar (FAECO)
    Faculdade Latino Americana de Educação (FLATED)
    Faculdade Paraíso (FAP)
    Faculdade Paranapanema (FP)
    Faculdade Regional Brasileira - Maceió (IBESA)
    Faculdade Santa Cruz (FACRUZ)
    Faculdade Santo André (FASA)
    Faculdade Santo Augusto (FAISA)
    Faculdade Teológica Evangélica do Rio de Janeiro (FATERJ)
    Faculdades Integradas de Várzea Grande (FIAVEC)
    Instituto Brasileiro de Educação Superior Continuada (IBEC)
    Instituto de Educação e Tecnologias (INET)
    Instituto Superior de Educação de Floresta (ISEF)
    Instituto Superior de Educação de Pesqueira (ISEP)
    Instituto Superior de Educação Franciscano Nossa Senhora de Fatima (FATIMA)
    Outro lado

    Procurada pelo UOL, a FAR (Faculdade Anchieta do Recife) destacou que a faculdade foi credenciada novamente ao sistema do MEC ainda nesse ano, mas que o departamento jurídico irá tomar as providências necessárias para esclarecer a medida. Segundo Ivan Requena, diretor geral da FAR, "a situação da instituição é regular, não há restrição".

    A FASUP (Faculdade de Saúde de Paulista), localizada em Paulista (PE), diz que ainda não foi intimada formalmente pelo MEC e que só tomou conhecimento da situação pelo Diário Oficial do órgão. O departamento jurídico da faculdade ressaltou também que não terceiriza o sistema de educação, uma vez que só presta serviços previamente autorizados pelo MEC, e por isso "estranha por qual motivo o MEC colocou a instituição nessa lista".

    A Faculdade Santa Cruz também nega que ofereça cursos de extensão e outros cursos irregulares fora da sede. Segundo o posicionamento da direção, a faculdade aguarda a notificação oficial do MEC e se coloca a disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários.

    Já na Faculdade do Sertão, uma mulher que se identificou como Josélia pediu para que a reportagem ligasse após as 15h para falar com a pessoa responsável, que se chamaria Priscila. No entanto, ninguém atendeu novamente o telefone nesse horário.

    Na Faculdade Paraíso, o reitor Paulo disse que iria averiguar as informações e pediu para que a reportagem ligasse novamente dentro de meia hora, mas ninguém atendeu novamente o telefone nesse horário.

    A Fiavec disse que irá se posicionar através de nota nesta terça (20). A Faisa, com sede em Santo Augusto (RS), declarou que irá se pronunciar após a vinda do diretor da instituição, que estaria em Brasília.

    Em nota enviada, o Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG) informou que sua presença na lista foi um equívoco do próprio MEC. Segundo o Centro, a portaria de credenciamento do grupo é a 314, mas a CPI teria utilizado uma portaria antiga, 714. O Centro disse que já entrou em contato com o MEC para que o erro seja consertado.

    O UOL também tentou contato com a Faculdade Afirmativo, Faculdade América Latina de Ijuí, Faculdade Atual, Faculdade do Centro Oeste do Paraná, Faculdade Cidade de Guanhães, Faculdade de Aldeia de Carapicuíba, Faculdade de Ciência e Educação do Caparaó, Faculdade de Ciências Médicas da Bahia, Faculdade Ecoar, Faculdade Latino Americana de Educação, Faculdade Paranapanema, Faculdade Regional Brasileira, Fasa, Faterj, Instituto de Educação e Tecnologias, Instituto Superior de Educação de Floresta, Instituto Superior de Educação de Pesqueira Instituto Superior de Educação Franciscano Nossa Senhora de Fatima, por telefone e por e-mail, mas as instituições não se pronunciaram até o momento. Grande parte delas ainda desconhecia a decisão do MEC.

    UOL

    Maior praga da cana-de-açúcar, broca pode estar com dias contados; entenda

    O setor sucroalcooleiro comemora a aprovação para uso comercial da primeira cana-de-açúcar geneticamente modificada do mundo. A variedade da cana foi desenvolvida pelo CTC, o Centro de Tecnologia Canavieira.

    A variedade, chamada de CTC 20 Bt, foi desenvolvida para ser resistente à broca-da-cana, que tem nome científico de Diatraea saccharallis. Uma praga que provoca prejuízo de cerca de R$ 5 bilhões por ano ao setor.

    Depois de sete anos e meio de estudos, o CTC apresentou a variedade à CTNBio, Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. A CTNBio levou um ano e meio para aprovar a variedade.