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    domingo, 11 de junho de 2017

    Campestre registra 2 homicídios nas últimas 24 horas e o número chega a 11 assassinatos neste ano

    Djean Ferreira
    Dois crimes de homicídios foram registrados nas últimas 24 horas no município de São José do Campestre, Agreste do RN. O primeiro crime aconteceu no Bairro da Paraíba e provavelmente ocorreu no início da noite de sábado (10), quando um homem identificado pelo nome de João Maria Viana, 42 anos foi morto foi morto a pauladas no interior de uma residência. Um dos acusados pelo crime foi identificado e preso pela Polícia Militar que precisou se deslocar até a cidade de Canguaretama cerca de 90 Km de distância uma da outra.

    Enquanto a Polícia estava em um flagrante eis que um segundo crime de homicídio ocorreu por volta das 21:30 horas da noite desse domingo(11) quando um homem identificado pelo nome de Djean Ferreira sendo o mesmo  surpreendido por dois homens encapuzados e morto com vários tiros na cabeça. O fato aconteceu no Bairro Alto da Central. 

    Desde o início do ano até esse domingo, 11 (onze) pessoas já foram assassinadas em São José do Campestre. Os dois homicídios serão investigados pela Polícia Civil de Campestre 

    Vaquinha virtual bate a meta e pagará remoção de tatuagem feita na testa de um delinquente.

    Reprodução/WhatsAppUma campanha foi criada no site Vakinha, de financiamento coletivo, para pagar a remoção da tatuagem escrita na testa de um adolescente, em São Bernardo do Campo-SP. Suspeito de ter roubado uma bicicleta, o jovem teve grafado em sua testa os dizeres “eu sou ladrão e vacilão”.

    A meta, de R$ 15 mil, já foi alcançada. A campanha teve uma expressiva viralização. Na noite deste domingo (11), o valor que consta arrecadado é de R$ 20 mil. 



    MP vai ao Supremo para derrubar decisão do TSE que absolveu chapa Dilma-Temer

    O Ministério Público Eleitoral (MPE) resolveu recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que absolveu a chapa Dilma-Temer. O procurador-Geral Eleitoral, Nicolao Dino, estuda os argumentos que apresentará à Suprema Corte. Ele tem um prazo de 15 dias para fazer isso, contado a partir da publicação do acórdão com a decisão do TSE – o que ainda não aconteceu.

    ÉPOCA

    Partidos trocam de nome para superar o desgaste generalizado da política

    Com informações da Agência O Dia
    Rio - Ninguém duvida que o modelo de representação por partidos e lideranças que surgiu no Brasil com a redemocratização desceu ralo abaixo com a recente torrente de delações e com o fluxo de propinas por ela revelado. Partidos — de todas as colorações — são vistos, hoje, como forças tóxicas, capazes de contaminar qualquer iniciativa, sendo expulsos de grandes manifestações e vetados em pequenas reuniões. Poucos líderes escapam da vala comum das citações de seus antigos financiadores.

    Para fugir do barata-voa e tentar se conectar com o eleitor, os partidos tentam de tudo. A nova voga é mudar de nome, abandonando o costumeiro formato de siglas para adotar identidades com ares de modernidade, que passem uma ideia de que os tais partidos são, na verdade, movimentos. O PTdoB do combativo Silvio Costa se prepara para virar Avante; o PSL se metamorfoseou em Livres, e o PTN agora é o Podemos.

    As mudanças são explicadas de formas diversas, mas, além da fuga ao desgaste dos partidos, representam a esperança de repetir, no Brasil, o sucesso dos ‘partidos-movimentos’, que emergiram fora de estruturas políticas tradicionais e conseguiram rapidamente bom desempenho eleitoral — caso do francês ‘Em Marcha’, do italiano Cinco Estrelas e, claro, do espanhol Podemos.

    “Não adianta mudar de nome se não mudarem os atores. O PFL passou a se chamar DEM, mas o partido manteve seus caciques e continuou do mesmo tamanho”, diz Antônio Augusto Queiroz, diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).


    Os três partidos, no entanto, garantem que a alteração na identidade vai além do nome. “A mudança aconteceu de dentro para fora. Temos que estreitar os laços entre os cidadãos e as instituições políticas, e o PTdoB não representava mais nossos ideais”, diz o deputado federal Luis Tibé, do Avante. “O mundo mudou. Os partidos têm bandeiras estáticas. A sociedade se mobiliza hoje em torno de causas — fim do foro privilegiado, Fora Dilma, Fora Temer... — e nós vamos encampar essas causas”, diz a deputada federal Renata Abreu, do Podemos. “A questão importante para nós não é escapar da rejeição aos partidos, é construir uma alternativa com um recorte ideológico claro, do liberalismo”, garante Paulo Gontijo, do Livres.