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    sexta-feira, 21 de abril de 2017

    STF perde tempo em julgar até ladrão de galinhas

    Acusa-se o Supremo de lentidão - mas o fato é que lhe deram muitas atribuições sem reforçar sua estrutura. O tribunal que deveria julgar só temas constitucionais chega a cuidar de ladrões de galinhas. E o foro privilegiado agravou a situação: hoje, há 500 processos contra autoridades Para julgá-los, onze ministros. Agora, com a delação da Odebrecht, surgem mais 74 processos. A OAB, Ordem dos Advogados do Brasil, sugeriu a convocação de juízes instrutores para auxiliar os ministros. A medida é autorizada pelo regimento interno do Supremo.

    A ministra Carmen Lúcia, presidente do STF, decidiu convocar um "grupo de reforço especializado" para dar agilidade aos processos de quem está relacionado à Operação Lava Jato. A assessoria de imprensa do STF diz que a decisão não tem nada a ver com o pedido da OAB. Coincidência. (Carlos Brickmann)

    STF determina que MP notifique Câmara para discutir impeachment de Temer

    O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou ontem que o Ministério Público Federal (MPF) apure a demora na instalação da comissão do impeachment do presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados. O colegiado foi criado há mais de um ano, mas não tem número suficiente de membros para funcionar. Os deputados que ainda não fizeram as indicações poderão ser investigados por crime de desobediência e prevaricação.

    No mandado de segurança do advogado mineiro Mariel Marley Marra ao Supremo, acatado por Marco Aurélio, ele pede que o MPF noticie os parlamentares. Os líderes partidários que fazem parte da lista são Baleia Rossi (PMDB), Arthur Lira (PP), Eros Biondini (PROS), Efraim Filho (DEM), Cleber Verde (PRB), Aureo (Solidariedade), Professor Victório Galli (PSC), Marcos Montes (PSD), Aelton Freitas (PR), Ricardo Tripoli (PSDB), Tereza Cristina (PSB), Arnaldo Jordy (PPS) e Evandro Gussi (PV).

    Prefeita de Campestre se reúne com Superintendência do BB para pedir reabertura da Agência.

    A prefeita de São José do Campestre, Alda Romão, esteve na tarde desta quinta-feira (20) em Natal na Superintendência do Banco do Brasil para pedir agilidade na reabertura da agência da cidade. A prefeita foi recebida pelo o superintendente estadual, Ronaldo Alves e do gerente de mercado, Weiber Basílio.

    A prefeita Alda Romão relatou que já fazem mais de três meses que a agência está com as portas fechadas desde o dia 17 de janeiro deste ano em virtude do último ataque ocorrido ao banco, e que a população cobra providências devido as consequências negativas nas áreas sociais e econômicas do município.

    “A agência do BB tem uma grande importância para a economia da região, pois além de atender pessoas da nossa cidade, atende outros municípios como: Passa e Fica, Lagoa d’Anta, Serra de São Bento, Monte das Gameleiras e Tangará. Com o fechamento, muitos estão procurando outras agências, o que tem causado muitos transtornos e constrangimentos principalmente aos funcionários públicos, aposentados e comerciantes”, Relatou Alda Romão.

    De acordo com Ronaldo Alves, o Banco do Brasil não tem previsão de reabertura completa da agência, por existir quase mil agências implodidas em todo o Brasil, e que estão na mesma situação, mas que estão procurando soluções nas áreas de segurança para resolver essa situação em São José do Campestre.

    A prefeita Alda Romão solicitou ainda ao superintendente que enquanto resolve a reabertura completa da agência, pelos menos o atendimento interno fosse retornado no município o mais breve possível. Segundo Ronaldo Alves, na próxima semana estará enviando ao município, um engenheiro para fazer novas avaliações da estrutura do prédio e um novo projeto de reforma da agência.

    A prefeita Alda Romão comunicou a este blog, que está preocupada com a população, e em breve estará convidando toda a comunidade Campestrense para uma audiência pública para acompanhar de perto as providências e cobrarmos soluções e medidas ao níveis estadual e federal para resolver esse problema.