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    domingo, 5 de fevereiro de 2017

    Cientistas apresentam projeto para desviar asteroides e evitar impactos contra a Terra

    A probabilidade de um asteroide grande ter um impacto sobre a Terra e causar consequências devastadoras é estatisticamente pequeno, mas não é ficção científica, é um perigo real de que os cientistas tentam evitar da única forma possível: olhando para o ponto fraco destas rochas espaciais.

    A este respeito, uma equipe internacional de cientistas, liderado por pesquisadores no do Instituto de das Ciências do Espaço (CEIE – CSIC), publicou esta semana um trabalho onde explica que a dureza, elasticidade e resistência são aspectos “determinantes” de um asteroide a ser estudado antes de iniciar uma missão e lançar um projétil cinético (não – explosivo ou nuclear) para desviar de uma órbita perigosa para a Terra.

    E, hoje, existem mais de 15.500 objetos que cruzam a órbita da Terra. Destes, cerca de 1500 são classificados como “potencialmente perigoso” e têm um diâmetro de entre 100 e 150 metros. É o que explica o investigador principal do grupo de meteoritos, pequenos corpos e Ciências Planetárias do Instituto de das Ciências do Espaço e co-autor da pesquisa, Josep Maria Trigo.

    O estudo, publicado na revista The Astrophysical Journal, baseia as suas conclusões sobre o estudo do objeto Chelyabinsk , cerca de dezoito metros de diâmetro e cerca de 11.000 toneladas de massa que explodiu sobre a Rússia em 15 de Fevereiro de 2013 e o dividiu em milhares de pedaços.

    Com informações da Agência press.exoss.org

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