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    domingo, 11 de dezembro de 2016

    Cadeirante é presa ao tentar entrar com pistola na Penitenciária

    Agentes de plantão na Penitenciária Agrícola Mario Negócio em Mossoró desconfiaram a atitude de Kamila Carolina Paulino da Silva, de 21 anos de idade, que é cadeirante e durante a revista encontraram uma pistola municiada e um aparelho celular, que estava sendo conduzidos dentro da esponja da cadeira de rodas, para dentro do presidio.
    Kamila tem permissão para visitar seu companheiro na prisão.
    A cadeirante foi encaminhada a Delegacia de Plantão onde está à disposição da Justiça.

    Além da pistola, também foram encontrados e apreendidos 18 munições, um aparelho celular e uma bateria de telefone   (Foto: Sejuc/Divulgação)No dia 06 de maio de 2012, Kamila perdeu as duas pernas num acidente de moto com um ônibus, no cruzamento da Avenida Hilário Queiroz com a Rua Lauro Lucio da Silva no loteamento Três vinténs em Mossoró. Ela estava com seu cunhado Antônio Carlos Mendes da Silva, “Vovô” 20 anos de idade, que morreu no local.

    Por O Câmera

    Mais uma: Com características de pirâmide, 'Mandala' vira nova febre na web

    Mandala ganhou repercussão nos últimos dias nas redes sociais (Foto: Divulgação)A palavra "Mandala" tem ganhado repercussão nas redes sociais nas últimas semanas. Trata-se de um sistema, por meio de grupos no WhatsApp, que promete um ganho de ao menos R$ 800 mediante o investimento de R$ 100.

    O dinheiro é depositado diretamente na conta bancária pessoal e cada participante é responsável por convidar novas pessoas.

    Não existem produtos sendo comercializados. O sistema é dividido em quatro grupos - fogo, ar, terra e água. Ao aderir, o usuário investe os R$ 100 e precisa convidar mais duas pessoas para que também invistam. Depois de completar a quantidade necessária de participantes, recebe de cada um o valor também de R$ 100.

    O problema é que, segundo o promotor Marco Aurélio Ribeiro, da Promotoria de Defesa do Consumidor, do Ministério Público do Acre (MP-AC), a organização da Mandala possui indícios de pirâmide financeira, uma vez que os últimos participantes acabam custeando os lucros de quem aderiu antes.

    "Tem características de uma pirâmide financeira. Basta uma pessoa com a mínima noção sobre o sistema para ver que é impossível você dar R$ 100 e receber R$ 700 a mais no mínimo. Alguém está pagando esse dinheiro por você. Quem vai entrando depois vai sustentando a rede de recurso", acrescenta. Por G1