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    sábado, 14 de maio de 2016

    Justiça decreta prisão de ex-delegado da PF Protógenes Queiroz

    Protógenes Queiroz (Foto: Agência Brasil)
    Foto Agência Brasil
    A 1ª Vara Federal Criminal de São Paulo expediu na sexta-feira (13) um mandado de prisão contra o ex-delegado da Polícia Federal (PF) Protógenes Queiroz, que chefiou em 2008 a Operação Satiagraha. Ele também teve o nome incluído na lista vermelha da Interpol por causa de sua condenação por violação do sigilo funcional na operação.

    As informações foram confirmadas neste sábado(14) pela assessoria de imprensa da Justiça Federal, em São Paulo. De acordo com a assessoria, a juíza Andrea Silva Sarney Costa Moruzzi determinou a prisão de Protógenes porque ele não compareceu na sexta-feira a uma audiência da Justiça Federal.


    Em outubro de 2014, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Protógenes a dois anos e 6 meses de prisão por violação de sigilo funcional qualificada. A pena, no entanto, foi convertida para uma pena alternativa, ainda segundo a Justiça Federal. Em 2015, ele foi expulso da PF. Por G1


    Novo ministro do Esporte (votou contra o impeachment) é dono de empresa fornecedora da Olimpíada

    Em quatro mandatos na Câmara de deputados, o novo ministro do Esporte, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), manteve pouca relação com o setor. Agora com a Rio 2016, o vínculo foi estabelecido graças a mineradora Tamoio, da qual a empresa de sua família, a Agrobilara, é sócia. 

    Ela fornece brita para ao menos duas obras dos Jogos: o Parque Olímpico da Barra e a Transolímpica, corredor rápido de ônibus entre Barra da Tijuca e Deodoro, de acordo com informações da Folha de S. Paulo. 

    Amigo pessoal de Dilma, Leonardo Picciani argumentou."Meu voto no impeachment foi calcado no meu entendimento jurídico na comissão. No entanto, fui voto vencido. A matéria avançou e eu pertenço ao PMDB, filiado desde os meus 16 anos. No momento em que o PMDB tem essa tarefa com o país, tenho de me somar aos meus companheiros do partido, de modo que o sucesso do governo do presidente Temer possa ser o sucesso do país", disse, à Agência Brasil. 



    Julgamento de denúncia contra Renan é adiado por prazo indeterminado

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    Uma decisão tomada no inquérito que investiga o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pode adiar por prazo indeterminado o julgamento da denúncia apresentada contra o parlamentar pela Procuradoria Geral da República. 

    O caso chegou a ser pautado no plenário da corte em fevereiro. Em seguida, o relator, ministro Edson Fachin, pegou o processo de volta ao analisar uma alegação da defesa. Na última quinta-feira, Fachin enviou o caso de volta para a PGR, pedindo a inclusão de novos documentos. Segundo o ministro, as provas recolhidas contra Renan estão incompletas, o que impediria o julgamento.


    O PGR pediu para Fachin julgar o caso com urgência, diante do risco de prescrição dos crimes. Renan foi acusado de peculato, falsidade ideológica de documento público e falsidade ideológica de documento particular. O último crime ficou prescrito em junho de 2015 – ou seja, o senador não pode mais ser punido por esse fato específico. 

    O relator negou o pedido. Explicou que os outros crimes só prescreveriam em 2019, e o STF não demoraria tanto para incluir o processo na pauta. Para Fachin, é melhor adiar o julgamento do que manter qualquer irregularidade nas investigações. (O Globo)