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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Ex-piloto da F-1. Zanardi cita Senna como exemplo e dá aula de superação no ciclismo

No dia 15 de setembro de 2001, Alessandro Zanardi disputava o GP da Alemanha de Champ Car, quando seu carro foi atingido pelo canadense Alex Tagliani e acabou partido ao meio. Os ferimentos graves levaram à amputação das pernas do italiano. O acidente, porém, não tirou o piloto das pistas. Exatos 15 anos depois da fatídica corrida, um dos grandes nomes do ciclismo paralímpico disputa nesta quinta a prova de estrada H5, no Pontal. Na quarta, ele faturou a medalha de ouro no contrarrelógio.

— Estou muito feliz, como um porco na merda. Quando você se encontra em uma determinada situação, tem de identificar onde quer ir e se concentrar no que pode conseguir. Se é uma coisa pequena ou grande, passo a passo pode fazer acontecer — ensinou o atleta.


Zanardi em ação contra o relógio
A amputação das pernas não é um tabu para o italiano de 49 anos. Pelo contrário: seu discurso é de otimismo e ainda ressalta que o acidente foi a maior oportunidade de sua vida, porque tudo o que faz é em decorrência da tragédia na Alemanha. 

— Minha relação com o Brasil é louca. Quando anunciaram que o Parque Olímpico seria construído no antigo Autódromo de Jacarepaguá, pensei: Amei aquele lugar. Sempre fui rápido lá. Mas, por alguma razão, não venci uma corrida. Era hora de voltar e ganhar — lembra o italiano, que conquistou no Rio sua primeira pole position.

Zanardi, que sempre competiu por equipes pequenas na Fórmula 1, acompanhou a trajetória de Ayrton Senna.

Com informações do Extra

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