Ultimas Noticias

sábado, 18 de junho de 2016

Capeta Cristão: Cunha registra queixa contra deputado que o chamou de 'gângster'.

O deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) entrou nesta sexta-feira (17) com uma queixa-crime contra o colega Glauber Braga (PSOL-RJ), que o chamou de "gângster" durante a votação da Câmara, em abril, que avançou o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

Ao votar contra o pedido de afastamento, Glauber afirmou: "Eduardo Cunha, você é um gângster. O que dá sustentação à sua cadeira cheira a enxofre".

Para a defesa de Cunha, o colega disparou de maneira direta e dolosa violentos ataques verbais contra o peemedebista e zombou de sua fé.

"O querelado [Glauber], sabendo que o ofendido [Cunha] é cristão e que possui fortíssima relação com a Igreja Evangélica, da qual é fiel, aproveitou para zombar publicamente de sua fé, afirmando que "o que dá sustentação à sua cadeira cheira a enxofre", diz a ação.

Os defensores afirmam ao STF que "tal assertiva empregada para transmitir a ideia de que ofendido [Cunha] teria ligação com o 'capeta', já que, como cediço, referências feitas a "cheiro de enxofre" são popularmente ligadas ao "inferno" e, via de consequência, ao "diabo".

Os advogados dizem que Glauber praticou ofensas pessoais, ferindo sua dignidade e o decoro parlamentar. Na sessão, Cunha também foi chamado de "ladrão" e "golpista" por deputados que votaram contra a aceitação do impeachment pela Câmara.

Réu no petrolão e principal condutor do processo contra Dilma, Cunha não respondeu a ataques na ocasião. 

Com informações da Folhapress.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

ATENÇÃO LEITOR: O Blog não se responsabiliza pelas opiniões e comentários. Em geral, o nosso Blog não analisa nem endossa o conteúdo dos comentários. Não permitimos o uso de linguagem ofensiva, spam, fraude, discurso de violência, comportamento violento ou negativo, conteúdo sexualmente explícito ou que invada a privacidade de alguém.

IMPORTANTE: Este Blog aceita comentários anônimos mas repudia a falsidade ideológica. Recomendamos aos leitores utilizarem o seu nome, sobrenome e e-mail (caso tenha algum), dos quais sejam legítimos para identificação.