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    terça-feira, 31 de maio de 2016

    Fraudes: MPF encontra pagamentos irregulares de R$ 2,5 bilhões no Bolsa Família

    Resultado de imagem para bolsa familiaLevantamento feito pelo Ministério Público Federal (MPF) apontou possíveis irregularidades no programa Bolsa Família. De acordo com o órgão, pagamentos feitos a 1,4 milhão de beneficiários, sob suspeita de irregularidade, atingem o valor de R$ 2,5 bilhões.
    Entre outras situações, os pagamentos foram feitos a pessoas que já morreram ou mesmo a pessoas com limite de renda superior à atendida pelo programa. O levantamento foi feito a partir do cruzamento de bases de dados públicas. Foram cruzados dados disponibilizados pela Secretaria Nacional de Renda e Cidadania (Senarc), pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pela Receita Federal e pelos Tribunais de Contas, que correspondem a pagamentos feitos entre 2013 e 2014.
    O MPF classificou as suspeitas de irregularidades em dois grupos. No primeiro, as inconsistências dizem respeito a saques realizados por pessoas já falecidas, indivíduos sem CPF ou, ainda, a beneficiários – compreendidos tanto os titulares do benefício como aqueles que fazem parte do núcleo familiar para fins de cálculo da renda per capita (por pessoa) – com múltiplos CPFs vinculados a um mesmo Número de Inscrição Social (NIS), cadastrado em banco de dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário.
    Entenda o Bolsa Família 
    O Bolsa Família foi criado em 2003 com o objetivo de combater a pobreza e a desigualdade no Brasil, mediante pagamento mensal às famílias. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, são beneficiadas atualmente 14 milhões de famílias, ou 50 milhões de pessoas.
    O programa beneficia famílias com renda por pessoa de até R$ 77 mensais ou grupos familiares com renda por pessoa entre R$ 77,01 e R$ 154 mensais, desde que sejam compostas de crianças ou adolescentes de até 17 anos.
    Atualmente são pagos, em média, R$ 160 por família. O valor máximo recebido é de R$ 77 por pessoa, em casos extremos, em que a família não tenha nenhuma renda. De acordo com a pasta, esse percentual de beneficiários é mínimo em relação ao total. (Por Agência Brasil)

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