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sábado, 23 de abril de 2016

Após cuspir em cliente de restaurante, José de Abreu desabafa: ‘Fiquei com a cabeça quente’

José de Abreu conta que foi insultado no local
(Extra) - O ator José de Abreu, que na noite da última sexta-feira foi flagrado cuspindo num casal num restaurante japonês de São Paulo, deixou as redes sociais neste sábado após sofrer ofensas de internautas.
— Aprendi a administrar as minhas redes sociais. Quando começam a me agredir muito, eu dou uma cancelada e, quando volto, as ofensas somem. Ficam me ameaçando de morte. Às vezes, vou ver quem faz as ameaças e é um moleque de 15 anos — explica.
Um dia depois de discutir com um casal que, segundo ele, o insultava num restaurante, o ator conversou como EXTRA.


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— O casal estava sentado ao nosso lado e a minha mulher começou a perceber que o homem começou a xingar a gente. Ele falava que o nosso dinheiro era de roubo, de Lei Rounet, nos xingava de safados. Minha mulher, percebendo que eu ainda não tinha ouvido, tentou evitar que eu escutasse. O cara ao lado começou a me chamar de ladrão e a chamar minha mulher de vagabunda. Foi natural: fiquei com a cabeça quente. Quem não ficaria? — disse.

José, que terminou seu mais recente trabalho na TV Globo em março, contou que se surpreendeu quando ouviu as ofensas do cliente do restaurante:
— Ele dizia que era fácil roubar dinheiro do povo e ir gastar em restaurante japonês. O meu dinheiro não vem de Lei Rouanet. O meu dinheiro vem da TV Globo, do meu trabalho como ator. Ontem mesmo, num hotel, eu tirei mais de cem fotografias. As pessoas não costumam me tratar assim. Eu não sou ladrão. Eu sou honesto. Não preciso que ninguém venha me dar lição de moral.
Na internet, dezenas de perfis relacionam o episódio ao clima de animosidade política e à rixa entre simpatizantes do PT e do PMDB. José de Abreu opina:
— A esquerda nunca protagoniza provocações como essa. São eles que nos provocam. Já fizeram isso com aquele ex-ministro da Fazenda dentro do hospital (o ator se refere ao ex-ministro Guido Mantega que, em fevereiro de 2015, foi insultado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, ao visitar a mulher). Eles sempre provocam. Está na moda essa coisa de ser agressivo? Como alguém provoca o outro assim? É uma coisa completamente fora de nexo. Todo mundo sabe onde eu trabalho.
O ator diz que não pensa em processar o casal e não acredita que eles devam levar o caso à frente.
— Eu não sei se ele vai botar a cara a tapa. Ele vai se esconder, não vai ter coragem de se apresentar. E se aparecer, no Brasil, o que ele vai fazer? Vai limpar privada. Ele estragou o jantar de umas 40 pessoas. Ele sabia que ia incomodar. Ele estava querendo isso — afirmou.
Entenda o caso
Da noite de sexta-feira para sábado, começou a viralizar na internet um vídeo do ator discutindo com duas pessoas no restaurante. A discussão começa quando o homem, sentado a uma mesa próxima do ator, começa a criticá-lo. No vídeo, é possível ver o cliente gesticulando nas argumentações.
Em seu Twitter, José de Abreu desabafou sobre o episódio. Vários prints com o que ele disse foram postados em redes sociais.
“Acabei de ser ofendido num restaurante paulista. Cuspi na cara do coxinha e da mulher dele! Não reagiu! Covarde. Advogado carioca… O covarde perdeu a linha, deve ter cagado nas calças. Cuspi na sua cara, na cara da mulher dele e ele não reagiu. Covardes fascistas. Adorei o entrevero com o coxinha”, escreveu o ator.
Em outros tweets, José de Abreu continuou a relatar o caso:

“Fujão covarde levou uma cusparada na cara e a mulher levou outra. Fascistas são tratados assim: com cuspe na cara! Dele e da mulher. Agressão gratuita sem o menor motivo! 'Vota no PT e vem comer no japonês!' Babaca idiota! Cusparada na cara. Durante meia hora ofenderam minha esposa e ela não me disse nada. Na hora de ir embora ele se levantou e começou a discursar. Cuspi na cara! A mulher falou Rouanet e levou outra cusparada. Reagiram? Nada. Covardes devem ser tratados assim. Chamei o fascista de covarde e ele não reagiu. Talvez esperasse a cumplicidade dos frequentadores. Nem a mulher ele defendeu. Só não chamei a polícia em respeito ao dono e ao chefe de cozinha do restaurante que são meus considerados…”.

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