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domingo, 13 de março de 2016

PMDB proíbe filiados de assumirem novos cargos e decide em 30 dias sobre desembarque do governo

BRASÍLIA (Reuters) - Em um sinal de que o desembarque do governo é apenas uma questão de tempo, o PMDB aprovou neste sábado, durante a convenção do partido, uma moção que proíbe peemedebistas de assumirem qualquer novo cargo no governo.

O movimento foi feito com o aval do vice-presidente Michel Temer, reconduzido à presidência da sigla com 96,5 por cento dos votos, e resultou de um grande acordo para não dividir ainda mais o legenda.

A moção teve endereço certo, o deputado federal Mauro Lopes (MG), que tinha sua nomeação acertada para a Secretaria de Aviação Civil, em um acordo fechado com a bancada mineira e com o aval do líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani. O Palácio do Planalto esperava apenas o resultado da convenção – e a certeza de que o partido não iria desembarcar neste sábado – para anunciar Lopes, que indicou que ainda pode aceitar o cargo, apesar da moção.


O clima na convenção e o discurso dos principais caciques do partido não deixam dúvidas sobre o caminho que o PMDB deve tomar. A Executiva do partido e o diretório decidiram adiar em 30 dias a apreciação de moções que pedem a saída do partido do governo – ou pelo menos a declaração da independência das bancadas no Congresso--, mas isso não significa que o principal partido da base aliada vai dar uma folga ao governo da presidente Dilma Rousseff. O que se buscou foi apenas ganhar tempo para que o PMDB se una em torno do vice-presidente Michel Temer, explicou o senador Romero Jucá (PMDB-RR).

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