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domingo, 6 de março de 2016

Com aumento da crise, empresários passam a defender a saída de Dilma

Os mais recentes desdobramentos da Lava Jato praticamente esgotaram a tolerância do empresariado com o governo Dilma Rousseff.


Pesos-pesados que estavam em cima do muro agora defendem a renúncia ou o impeachment da presidente para escapar de um desastre completo na economia. Em 2015, o PIB caiu 3,8%. A preocupação é que, se nada mudar, a queda seja mais violenta neste ano. 

Em conversas reservadas, banqueiros já falam em retração de 5%. “É preciso encurtar o mandato da presidente porque o pior cenário são mais três anos com o transatlântico à deriva”, diz Flávio Rocha, presidente da Riachuelo. A Folha ouviu dez empresários da indústria, do comércio, do agronegócio e do setor financeiro. 

Sete falaram sob anonimato. Eles afirmam que, após a saída de Dilma, é necessário um arranjo político capaz de levar o país até as eleições de 2018. 

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