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    sexta-feira, 25 de setembro de 2015

    Eclipse lunar em noite de superlua acontece neste domingo

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    A lua, sempre prateada e pálida no céu escuro da noite, neste domingo irá se colorir de vermelho por volta das 23h. Um eclipse lunar acontecerá na mesma noite em que a lua atinge seu ponto de maior proximidade com a Terra. Teremos no céu das Américas uma superlua eclipsada pela sombra do nosso planeta. A última vez que essa coincidência aconteceu foi em 1982 e a próxima será apenas em 2033.

    Mas apesar da coincidência, para quem observará o fenômeno sem o recursos de aparelhos como telescópios, a diferença no tamanho da lua será imperceptível.
    eclipse lunar deste domingo começará às 21h12min com seu momento mais interessante, quando a lua entra na zona de sombra mais intensa da Terra, marcado para a partir das 22h07min. Além de se programar com o relógio é preciso torcer para que o céu esteja livre de nuvens para observar o evento

    Depois de acordo, greve do INSS termina na maior parte do País.

    Após 78 dias, a greve dos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi encerrada na maior parte do país. No entanto, o atendimento será retomado apenas na semana que vem. Ainda vai ser definido – com o governo e com os grevistas – se haverá plantão para repor o tempo parado. As informações são do “Bom Dia Brasil”.

    Servidores de 20 estados e do DF aceitaram a proposta de aumento do governo: 10,8%. Uma parte será paga em agosto do ano que vem e outra em janeiro de 2017. Nesta sexta-feira (25) ainda tem assembleia em mais seis estados.

    Segundo o sindicato que representa os funcionários, 15 milhões de pessoas deixaram de ser atendidas nesse período de paralisação.

    Os funcionários pediram reajuste salarial de 27,5%, a incorporação das gratificações, 30 horas de trabalho semanal para todos os funcionários, realização de concurso público e melhoria das condições de trabalho.

    Vai acabar em pizza: defesas vão recorrer para fatiar Lava Jato

    Advogados de defesa de investigados pela força-tarefa da Operação Lava Jato preparam pedidos de desmembramento de processos para que investigações de seus clientes saiam das mãos do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas ações em primeira instância, no Paraná. Pelo menos, dez frentes de apuração podem ser espalhadas para outros Estados.
    O movimento ocorre após decisão do Supremo Tribunal Federal de fatiar inquérito que apura suspeita de pagamento de propina envolvendo a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o Ministério do Planejamento e o ex-vereador petista Alexandre Romano. Os ministros da Corte entenderam não se tratar de caso conexo com o esquema de cartel e corrupção na Petrobras.

    Procuradores da força-tarefa do Ministério Público Federal consideram que cada processo tem sua peculiaridade quando questionados sobre repercussão da decisão da Corte.

    Em Nova York, o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa, reconheceu que a decisão foi uma "derrota". "É claro que a investigação acaba sofrendo com a sua divisão", disse. "Temos que nos aprender a nos reinventar. Devemos nos adaptar à realidade. A decisão do Supremo está colocada, nós respeitamos, embora discordemos."

    Dallagnol está nos Estados Unidos com outros procuradores da operação. "Vamos lutar e trabalhar arduamente para que não haja grandes perdas. Pelo contrário, para que consigamos agregar a partir dessa derrota que nós tivemos no Supremo."

    Processos em fase final, como o que apurou lavagem de dinheiro em acordo que seria fechado entre o doleiro Alberto Youssef e o ex-deputado federal André Vargas, é incerto que saiam das mãos de Moro.

    Há ainda investigações sobre outros setores, como os contratos de publicidade, os casos dos fundos de pensão, outras frentes que ainda sequer entraram como foco de prioridade das apurações.

    Exemplo
    "A decisão do STF vem na mesma linha daquilo que já vínhamos sustentando", disse o criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB) e outros políticos. Kakay conseguiu levar para o Maranhão a investigação que cita Roseana. "Foi a primeira decisão no sentido de que a competência tinha que ser deslocada para o Maranhão porque o episódio não tem nenhuma ligação com a Lava Jato."

    O Estado de S. Paulo.

    MP e PM combatem tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Natal

    Vários mandados de prisão foram cumpridos nas imediações da ponte de Igapó (Foto: Fred Carvalho/G1)
    Foto Fred Carvalho/G1
    O Ministério Público e Polícia Militar deflagraram nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (25) uma operação denominada ‘Citronela’. Segundo o MP, o objetivo é desarticular uma organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro em Natal.

    Cerca de 200 policiais participaram da ação e deram cumprimento a 23 mandados de busca e apreensão. A maioria, nas imediações da ponte de Igapó. O principal investigado, apontado como como líder da organização criminosa, atua há vários anos na comunidade conhecida como Favela do Mosquito, que fica no bairro das Quintas, na Zona Oeste da capital.
    Ainda de acordo com o Ministério Público, o suspeito possui condenação criminal por tráfico lícito de entorpecentes, tendo constituído ao longo do tempo um vasto patrimônio, “distribuído em nome de terceiros e gerenciado de modo a escamotear a origem ilegal dos recursos”. *Por Portal G1RN