quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Alívio aos diabéticos; Injeções de insulina podem estar perto do fim

Pixabay
Um grupo de cientistas californianos descobriu que injetar milhares de milhões de células imunes no corpo repara a produção da insulina. Os investigadores dizem que o tratamento durou um ano e que esta descoberta pode representar uma grande mudança para o bem-estar das pessoas que sofrem de diabetes tipo 1 e que têm de injetar insulina diariamente.

A diabetes tipo 1 é uma condição com que muitas pessoas vivem ao longo de toda a sua existência. Dá-se quando há excesso de glicose no sangue porque o corpo não a consegue usar corretamente.

A insulina é o hormônio segregado por células do pâncreas que quebra o açúcar no sangue. As pessoas saudáveis têm milhões de células t reguladoras que impedem o sistema imunológico de atacar as células produtoras de insulina no pâncreas.

No entanto, as pessoas com diabetes tipo 1 não têm células t regeneradoras em número suficiente para proteger o pâncreas, e por isso este é ‘atacado’ e deixa de conseguir produzir insulina suficiente. E é por isso que a maioria das pessoas que sofrem deste tipo de diabetes tem de injetar insulina várias vezes ao dia.

Mas isso pode estar prestes a acabar. Os cientistas descobriram que as células t regeneradoras podem ser removidas do corpo e multiplicadas cerca de 1500 vezes em laboratório para depois serem repostas na corrente sanguínea. Assim elas conseguiram proteger normalmente as células produtoras de insulina, como reporta o The Telegraph.


Estes cientistas realizaram um ensaio clínico com 14 pessoas (entre os 18 e os 43 anos, recentemente diagnosticadas com diabetes tipo 1) e descobriram que este tratamento é seguro e que os seus resultados podem durar até 12 meses. Notícias ao Minuto

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