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    sexta-feira, 2 de agosto de 2013

    Rio Grande do Norte tem o maior aumento no número de expectativa de vida no país

    O Rio Grande do Norte foi o estado do país que registrou o maior índice de aumento no número de expectativa no país, segundo dados da "Tábua de Mortalidade por sexo e idade - Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação - 2010, divulgados nesta sexta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Segundo a pesquisa, nos últimos 30 anos, a expectativa de vida no estado cresceu em média, 15,85 anos, saltando de 58 anos, em 1980, para 74 em 2010. O estudo mostrou também que as mulheres potiguares vivem mais que os homens. A média dos homens ficou sltou de 55 para 70 anos e das mulheres de 60 para 78.

    Ainda de acordo com o estudo, o Rio Grande do Norte tem uma expectativa de vida acima da média nacional, que é de 73,7 anos. E, também, acima da média do Nordeste, que é de 71,2 anos. “Em 1980, o Rio Grande do Norte também era um dos estados em que a mortalidade era mais elevada, consequentemente com uma expectativa de vida mais baixa. Então de certa forma com ajuda de programas sociais houve aumento na qualidade de atendimento de pré-natal, transferência de renda propiciada pelo Bolsa Família e melhor instrução  aceleraram a diminuição da mortalidade e 
    ganhos na expectativa de vida”, explicou Fernando Albuquerque, gerente de Componentes de Dinâmica Demográfica do IBGE.

    Bens de construtora são bloqueados em decisão

    Ao julgar um Agravo de Instrumento movido por clientes da Verdes Mares Construções e Incorporações Ltda, o desembargador Cláudio Santos, ampliou a medida cautelar que havia sido definida para empresa, na sentença inicial, com o objetivo de garantir o direito de quem firmou contratos de financiamento do empreendimento "Condomínio Residencial Mirante do Planalto".
    Os contratantes, que se sentiram prejudicados, pediram que a condenação sobre a construtora não ficasse apenas na indisponibilidade dos bens imóveis da empresa, em pouco mais de R$ 900 mil. Mas pediram a ampliação do bloqueio para outros bens, a fim de resguardar os interesses dos autores do recurso, até o deslinde final da causa.

    Aumento de pensão alimentícia necessita de provas

    O desembargador Amaury Moura Sobrinho, ao julgar um Agravo de Instrumento, negou o pedido para aumento de pensão alimentícia, ao definir que a autora do recurso não conseguiu demonstrar a existência dos requisitos necessários que justificassem, em caráter inicial, a ampliação dos valores recebidos.
    “Assim é que, a relevância da fundamentação que, nesses casos, deve incutir, de logo, no espírito do julgador, a previsão de que o recurso poderá ser provido, não se reveste, nesta demanda, com força suficiente para alcançar tal objetivo, pois, ao meu sentir, não ficou demonstrada, em análise superficial”, explica o desembargador.
    A autora chegou a argumentar que a ampliação é relacionada ao que ela definiu como elevado padrão de vida do pai da criança, bem como a comprovação do extremo custo na manutenção do filho do ex-casal.
    No entanto, o desembargador destacou que, nos autos, não foram incluídos documentos que fornecessem os requisitos para justificar a modificação do binômio “necessidade-possibilidade”, existente à época em que a pensão foi fixada.
    (Agravo de Instrumento com Suspensividade n° 2013.010931-5)

    A verdade dos mortos-vivos

    Uma bomba pode explodir na Comissão Nacional da VerdadeUma bomba pode explodir na Comissão Nacional da Verdade (CNV) e o caso vir à tona. A representação no Brasil do Centro pela Justiça e o Direito Internacional (Cejil), ligada à OEA, prepara documento a ser entregue à CNV, no qual pede que cessem os trabalhos de cinco pesquisadores à procura de sobreviventes da Guerrilha do Araguaia. Eles têm notícias de pelo menos dois que mudaram de nome, porque colaboraram com os militares, e estão sob proteção. A CNV informou que ainda não recebeu a carta.

    Por Leandro Mazzini

    Selecionados do ProUni têm até dia sete para fazer matrícula

     ProUni oferece bolsas em instituições particulares de ensino superiorComeça nesta sexta-feira e vai até o dia 7 de agosto o prazo para que os estudantes selecionados na lista de espera do Programa Universidade para Todos (ProUni) façam a matrícula na instituição de ensino superior. Além disso, os estudantes deverão comprovar as informações prestadas no momento da inscrição.
    No dia 12, será feita a segunda convocação pelas instituições de ensino. Caberá ao estudante acompanhar o processo. O prazo para ratificação dos documentos e matrícula vai até o dia 15.

    Cabeleireiro é morto em plena praça de cidade da Grande Natal

    Um cabeleireiro de 41 anos, que ainda não teve a identidade revelada, foi morto a tiros em plena praça que fica no centro de São José de Mipibu, na Grande Natal, na noite dessa quinta-feira (1). O acusado é um vaqueiro da região.
    Segundo a polícia, o crime ocorreu por volta das 23h, quando o cabeleireiro estava na praça conversando com algumas pessoas. O atirador foi visto pelos presentes no local e chegou a ser perseguido pela polícia, mas conseguiu fugir de moto e depois a pé. O veículo que ele usou na fuga foi encontrado e levado para a delegacia.
    A polícia ainda realizou diligências na cidade durante a noite, mas não conseguiu capturar o acusado.
    A motivação do crime é desconhecida até o momento. De acordo com populares, a vítima era querida na cidade.
    Com informações do jornal De Fato


    Telexfree: até parente do dono quer dinheiro de volta

    Site/Telexfree
    Carlos Wanzeler  vive nos Estados Unidos e disse
    que não tem contato com a tia há 26 anos
    Duas ações judiciais contra a Telexfree poderiam ser só mais algumas em meio às centenas que apareceram na Justiça dos Estados, após o bloqueio às atividades da empresa, acusada de ser uma pirâmide financeira,


    Uma curiosidade é que primo e tia de Carlos Nataniel Wanzeler, um dos sócios da companhia, procuraram o Judiciário porque se dizem lesados por um negócio ilegal. Eles querem de volta os R$ 14 mil que, juntos, investiram na empresa.


    Os dois, que moram em Vila Velha, pediram para não serem identificados por conta do vínculo familiar que têm com o empresário, que também é capixaba.



    O advogado deles, Alexey Campagnaro Lucena, garantiu que a dupla é mesmo parente de primeiro grau de Carlos Wanzeler. “São da mesma família, mas não têm contato com o dono. Ele construiu a vida nos Estados Unidos. Se fossem próximos, poderiam até estar no topo da pirâmide, o que não aconteceu. A diferença social e econômica entre eles é gritante”, afirma o advogado.



    O primo de Wanzeler se tornou associado da empresa, que tem sede em Vitória, em abril.



    A tia de Wanzeler entrou 15 dias antes de a Justiça do Acre determinar a suspensão dos pagamentos, de novas adesões e o bloqueio dos bens da empresa e de seus sócios.



    Com o congelamento do dinheiro, os familiares do dono da Telexfree não conseguiram ter nenhum retorno financeiro desde o dia em que entraram no negócio.



    Somando-se investimento e rendimentos no período, o primo de Wanzeler quer reaver cerca de R$ 11 mil. A tia, R$ 3,3 mil. Os processos podem ser consultados no site do Tribunal de Justiça do Estado (TJES).



    Na ação, eles pedem para que a Justiça bloqueie os valores e os deposite numa conta judicial. Com isso, acreditam que terão preferência no ressarcimento das quantias, caso a Justiça decida acolher o pedido do Ministério Público do Acre (MPAC) e extinguir a Telexfree. Eles também pedem uma indenização por danos morais.


    “Foram colocados outros na rede que ficam cobrando dos meus clientes como se eles fossem culpados pelas ilegalidades. Além disso, o investimento provocou brincadeiras irônicas contra eles, já que perderam quantias significativas”, diz Lucena.


    O advogado acrescenta que seus clientes hoje têm certeza que a Telexfree é uma pirâmide financeira. “Eles entraram porque foram seduzidos. Agora, no entanto, eles sabem que o negócio não é legal”.



    Procurado para se manifestar sobre as duas ações, o advogado da empresa, Wilson Furtado Roberto, primeiramente, negou que houvesse alguma relação de parentesco entre os citados.



    Minutos depois, informou ter recebido uma ligação de Carlos Wanzeler na qual o empresário contou ter se lembrado dos parentes. De acordo com Furtado, Wanzeler vive há muito tempo nos Estados Unidos e não tem contato com a tia há 26 anos.



    Recurso



    O recurso da Telexfree contra o bloqueio das suas atividades será analisado pelo Tribunal de Justiça do Acre no próximo dia 12.



    O processo, que está em segunda instância, corre, agora, em segredo de Justiça. Três desembargadores vão decidir se derrubam ou não o bloqueio imposto pela juíza Thaís Khalil à empresa em 18 de junho.

    A Gazeta


    Após piora, senador José Sarney é transferido para a UTI

    O senador José Sarney (PMDB-AP) foi transferido nesta quinta-feira (1º) para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.
    No início da noite, o ex-presidente da República teve febre e tremores. Ele foi submetido a exames que apontaram piora em seu quadro de infecção pulmonar.

    Segundo o boletim médico, as tomografias demonstraram derrame pleural bilateral, que é o acúmulo de líquido entre duas membranas da região pulmonar. Foram detectadas ainda duas novas infecções no pulmão.
    Por isso, a equipe liderada por Roberto Kalil, David Uip e Carlos Gama decidiu transferi-lo para a UTI.

    O resultado dos exames fez com que um dos antibióticos que o senador estava tomando fosse substituído por outros dois. No total, três medicamentos diferentes estão sendo aplicados.
    Sarney apresenta um quadro infeccioso grave, cuja causa ainda não foi detectada. Não está descartada a possibilidade de ele ter contraído dengue, conforme afirmaram nesta quinta alguns de seus familiares.

    Segundo o infectologista David Uip, o senador estava consciente, se alimentando e conversando normalmente com os médicos na UTI.
    O peemedebista recebeu nesta quinta a visita do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Folha