• Últimas Notícias

    sábado, 13 de abril de 2013

    Presidente da Assembleia destaca implantação das TV´s municipais


    Frankie Marcone

    Presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta
    O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ricardo Motta (PMN) assegurou todo o apoio da sua administração à Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte – FECAM-RN ao participar na tarde deste sábado (13) da posse do vereador Francisco José Júnior na presidência da entidade, em solenidade realizada no hotel Thermas, em Mossoró.
    O deputado aproveitou para convidar todos os presidentes de câmaras municipais, que participaram do Primeiro Fórum Estadual de Vereadores do Estado, para o Workshop a ser realizado no dia 10 de maio próximo, quando será discutida a implantação das TVs legislativas municipais, sob a coordenação da TV Assembleia.

    Representante do MP afirma que a Polícia não investiga poderosos

    Eudo LeiteHá uma boa justificativa para o fato de existirem bem menos pessoas presas atualmente no Brasil por decorrência de investigações do Ministério Público do que aqueles que são detidos pela Polícia Civil, conforme apontou diretor da Associação Nacional dos Delegados de Polícia, Magnus Barreto. E o motivo disso não tem nada a ver com o fato do MP poder ou não investigar. Segundo o presidente da Associação dos Promotores de Justiça do RN (Ampern), Eudo Leite, o motivo é que o MP investiga crimes praticados por poderosos, enquanto as polícias prendem pessoas mais humildes.
    “Magnus tem alguma razão no que está dizendo pelo simples fato de que quem está investigando os crimes de corrupção, de colarinho branco, os poderosos, é o Ministério Público. A Polícia está investigando só preto, pobre e prostituta. Portanto esses vão para cadeia normalmente no Brasil”, afirmou o presidente da Ampern.
    Segundo Eudo Leite, “os políticos, a classe econômica poderosa nesse país, a gente tem uma grande dificuldade de colocar na cadeia. Mas o MP tem feito um trabalho exemplar. Tem investigado, tem acusado. Tem conseguido prisões para permitir que o processo possa andar, prisões preventivas, que permitem a não destruição de provas”.
    Além disso, o fato das condenações não terem sido deferidas até o momento, em muitos casos, não é consequência da investigação, mas sim do ritmo processual mesmo. “Condenação ou não, aí é um problema do sistema judicial brasileiro. É um problema de cultura. É um problema do processo ser muito mais complexo, ter grandes advogados, que cria uma grande dificuldade para o processo tramitar adequadamente. Na verdade, os poderosos, a quem o MP atinge, realmente, há muito mais dificuldade para que eles sejam condenados”, analisou.
    Do Jornal de Hoje