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    terça-feira, 12 de março de 2013

    Google é condenado por coletar senhas de wi-fi pelo Street View

    Google terá de desembolsar US$ 7 milhões para encerrar uma investigação sobre invasão de privacidade causada pelo Street View. A empresa pagará a quantia a 38 estados norte-americanos e ao distrito de Columbia.

    A informação, divulgada hoje pela Reuters, confirma rumores anteriores, noticiados aqui no Olhar Digital na sexta-feira, 8 (confira).

    O problema ocorreu entre 2008 e 2010, quando os carros que fotografam as ruas para o serviço coletaram senhas das redes de internet sem fio dos lugares por onde passou.

    A empresa declarou que o erro foi causado por um código experimental incluído nos computadores dos carros, e que as informações recolhidas jamais foram usadas.

    Google concordou em destruir os dados dos Estados Unidos. A empresa ainda está trabalhando junto a vários países europeus para definir o que fará por lá.
    Olhar Digital

    Jornalista Alan Rick revela que pessoas ligadas a TELEXFREE usam seu nome indevidamente para cadastrar novos usuários


    Na manhã desta terça-feira, 12, o jornalista e apresentador do Gazeta Entrevista, da Tv Gazeta-Rede Record, Alan Rick, usou a sua página no facebook para informar que pessoas ligadas a Telexfree no Acre usam o seu nome para cadastrar novos interessados no negócio. De acordo com o Alan, ninguém está autorizado a falar em seu nome para cadastrar pessoas.
    O jornalista ainda disse que está fazendo um levantamento dos nomes das pessoas que envolvem o seu nome indevidamente no negócio e garantiu que quem continuar a usar a imagem dele será responsabilidade judicialmente.
    Sem título

    Primeiro dia de Conclave termina com fumaça preta e sem consenso

    A fumaça preta expelida às 19h42 (15h42 de Brasília) desta terça pela chaminé instalada na Capela Sistina marcou o término do primeiro dia do segundo Conclave do terceiro milênio. Uma multidão de fiéis acompanhou, na Praça São Pedro, o sinal de que, após as deliberações iniciais e a primeira votação, os 115 cardeais reunidos na Capela ainda não obtiveram consenso sobre o sucessor do papa Bento XVI.

    Fonte: Terra

    Governo do RN lança Convênio de Regularização Fundiária de Campestre e mais 12 municípios


    O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, através da Secretaria de Assuntos Fundiários e Apoio à Reforma Agrária (Seara), realizará, nesta quinta-feira (14/03), Ato de lançamento de Convênio de Cadastro de Terras e Regularização Fundiária de 13 municípios potiguares. O encontro, que contará com a presença da Governadora Rosalba Ciarlini, será ás 14h, no auditório da Governadoria.

    De acordo com o secretário da Seara, Rodrigo Fernandes, o evento ocorrerá em duas etapas: a primeira etapa será a de entrega de mapas fundiárias (emoldurados) aos prefeitos de São José do Campestre e Santana do Matos - os mapas indicam o cadastro e georreferenciamento dos imóveis rurais que estão prontos para ser titularizados; e na segunda etapa, será realizada apresentação do Convênio, celebrado entre o Governo do Estado com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, que objetiva definir cronograma e metodologia participativa de trabalho de regularização de 13 cidades do RN - sendo 6 inseridas no território do Mato Grande (Jardim de Angicos, João Câmara, Parazinho, Pedra Grande, Poço Branco e São Miguel do Gostoso), e 7 no território do Alto Oeste (Coronel João Pessoa, Doutor Severiano, Encanto, Paraná, Portalegre, Riacho de Santana e Venha Ver).

    Ainda de acordo com Fernandes, na oportunidade, também serão entregues títulos de propriedade para agricultores familiares do município de Santana do Mato, acrescentou o secretário, se referindo ao início da titulação de 1.098 agricultores em Santana do Matos e 388 em São José do Campestre, municípios com mais de 80% do trabalho concluído.

    Chineses criam camiseta que imita cinto de segurança e engana a polícia

    Camiseta que imita cinto de segurança ainda não foi considerada ilegal pelas autoridades chinesas
    Camiseta que imita cinto de segurança ainda não
    foi considerada ilegal pelas autoridades chinesas
    Os chineses criaram uma maneira inusitada de evitar multas pelo não uso do cinco de segurança. Algumas lojas do país estão vendendo uma camiseta branca com uma listra preta transversal, que simula o equipamento.

    A faixa vai do ombro ao quadril e cria a ilusão de que o condutor, quando sentado, está usando o cinto.


    A camiseta está confundindo os policiais, mas ainda não foi considerada ilegal. Segundo jornais chineses, os agentes, por enquanto, estão apenas advertindo os motoristas.
    O crescimento na venda de carros fez aumentar o número de acidentes no país, o que levou a um reforço na fiscalização.

    Apesar do risco maior que correm em caso de colisão, parte dos motoristas chineses ainda não se conscientizou da importância do cinto.

    Transitar sem o equipamento na China pode levar à perdas de dois pontos na carteira de habilitação, que no país só pode ter até 12, e multa de cerca de R$ 16.

    Fonte:Folha

    Chegou o fim do golpe TELEXFREE


    Ontem à tarde, através de sua página no Facebook, a empresa TelexFree deu ordem de debandada a seus divulgadores. Meia hora antes, em meu Blog, publiquei um pequeno organograma, com vários sites que faziam parte do esquema.
    Foi o fim de cinco dias de luta surda, na qual meu Blog foi derrubado dezenas de vezes pela quadrilha, para impedir de veicular detalhes da denúncia.
    À tardinha, a Secretaria Especial de Acompanhamento Econômico (SEAE) do Ministério da Fazenda informou que estava aguardando apenas um parecer da Procuradoria da Fazenda para acionar a Polícia Federal e o Ministério Público.
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    Chega ao fim o mais atrevido golpe já perpetrado contra o consumidor brasileiro. Durante um ano, o esquema TelexFree envolveu um milhão de pessoas e movimentou mais de R$ 300 milhões através de uma versão online do velho golpe da pirâmide.
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    O esquema surgiu inicialmente em 2009, montado pelo aventureiro capixaba Carlos Wenzeler, através de um site denominado de Disk à Vontade.
    Para entrar no jogo, a pessoa tinha que pagar de US$ 200 a US$ 1.000 dólares. Depois, colocar publicidade em sites de Internet dos serviços de VoIP (telefonia pela Internet) da TelexFree. Por cada publicidade colocada, a pessoa receberia US$ 20.
    Acontece que toda a remuneração dos primeiros da fila era bancada pelos últimos que entravam – como em toda pirâmide, levando ao estouro da boiada depois de algum tempo.
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    A versão inicial do golpe demorou um pouco a decolar devido à falta de confiabilidade na empresa.
    Aí Wenzeler deu o segundo passo. Foi até os Estados Unidos, localizou uma pequena empresa de VoIP e tornou-se sócio dela. A empresa tinha um pequeno escritório virtual em um grande prédio de Massachusetts. No site da TelexFree o prédio era apresentado como se fosse totalmente da empresa. E o sócio norte-americano como se fosse um gênio do marketing.
    A publicidade da TelexFree ganhou impulso quando passou a veicular que a TelexFree americana era uma multinacional que existia desde 2002.
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    O passo seguinte foi arregimentar uma verdadeira quadrilha de oportunistas, espalhada por todo o país. Essas sub-quadrilhas montaram sites usando o nome da TelexFree na URL (o endereço da Internet). E inundaram o Youtube com vídeos vendendo as maravilhas do enriquecimento fácil.
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    Nos próximos dias a Polícia Federal entrará em cena, prendendo parte da quadrilha. A grande questão que se levanta é o fato da quadrilha ter agido por tanto tempo sem ser incomodada.
    Os Procons do Acre e do Mato Grosso solicitaram informações à SEAE. Houve dificuldade em qualificar a natureza do crime. Por outro lado, não se sabia se a repressão deveria partir de Ministérios Públicos estaduais ou do Federal; se da Polícia Civil dos estados ou da Polícia Federal.
    A cada dia que passava, mais consumidores eram prejudicados. Pululavam depoimentos de pessoas que chegaram a vender a casa para entrar no negócio.
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    Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff anunciou que o governo daria toda ênfase à defesa do consumidor.
    O primeiro passo é aparelhar o Estado de ferramentas legais para coibir os velhos crimes que adquirem feição nova através de novas tecnologias.
    CARTA CAPITAL